Atividades 4º ano matemática
Postado por Pedagoga Viviane às 11:23 1 comentários
DISLEXIA
1 - atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;
2 - atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;
3 - parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;
4 - distúrbios do sono;
5 - enurese noturna;
6 - suscetibilidade à alergias e à infecções;
7 - tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;
8 - chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;
9 - dificuldades para aprender a andar de triciclo;
10 - dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.
Observação:
domínio do equilíbrio de seu corpo com relação à gravidade, é comum que pais possam submete-las a exercícios nos chamados "andadores" ou "voadores". Prática que, advertem os especialistas, além de trazer graves riscos de acidentes, é absolutamente inadequada para a aquisição de equilíbrio e desenvolvimento de sua capacidade de andar, como interfere, negativamente, na cooperação harmônica entre áreas motoras dos hemisférios esquerdo-direito do cérebro. Por isto, crianças que exercitam a marcha em "andador", só adquirem o domínio de andar sozinhas, sem apoio, mais tardiamente do que as outras crianças.
Além disso, o uso do andador como exercício para conquista da marcha ou visando uma maior desenvoltura no andar dessa criança, também contribui, de maneira comprovadamente negativa, em seu desenvolvimento psicomotor potencial-global, em seu processo natural e harmônico de maturação e colaboração de lateralidade hemisférica-cerebral.
1 - pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres:
2 - ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;
3 - copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;
4 - a fluência em leitura é inadequada para a idade;
5 - inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;
6 - só faz leitura silenciosa;
7 - ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;
8 - sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;
9 - pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;
10 - esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;
11 - é mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;
12 - ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;
13 - tem grande imaginação e criatividade;
14 - desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";
15 - tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;
16 - porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;
17 - baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;
18 - esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;
19 - perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;
20 - tem mudanças bruscas de humor;
21 - é impulsivo e interrompe os demais para falar;
22 - não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;
23 - é muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;
24 - tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;
25 - embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;
26 - confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;
27 - é comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;
28 - dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;
29 - dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;
30 - depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;
31 - sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;
32 - é capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;
33 - embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;
34 - tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;
35 - boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;
36 - pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;
37 - pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;
38 - é extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;
39 - não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;
40 - pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;
41 - frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;
42 - tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;
43 - tolerância muito alta ou muito baixa à dor;
44 - forte senso de justiça;
45 - muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;
46 - dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;
47 - manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;
48 - com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;
49 - sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;
50 - cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.
Crianças disléxicas apresentam combinações de sintomas, em intensidade de níveis que variam entre o sutil ao severo, de modo absolutamente pessoal. Em algumas delas há um número maior de sintomas e sinais; em outras, são observadas somente algumas características. Quando sinais só aparecem enquanto a criança é pequena, ou se alguns desses sintomas somente se mostram algumas vezes, isto não significa que possam estar associados à Dislexia. Inclusive, há crianças que só conquistam uma maturação neurológica mais lentamente e que, por isto, somente têm um quadro mais satisfatório de evolução, também em seu processo pessoal de aprendizado, mais tardiamente do que a média de crianças de sua idade.
Pesquisadores têm enfatizado que a dificuldade de soletração tem-se evidenciado como um sintoma muito forte da Dislexia. Há o resultado de um trabalho recente, publicado no jornal Biological Psychiatry e referido no The Associated Press em 15/7/02, onde foram estudadas as dificuldades de disléxicos em idade entre 7 e 18 anos, que reafirma uma outra conclusão de pesquisa realizada com disléxicos adultos em 1998, constando do seguinte:
que quanto melhor uma criança seja capaz de ler, melhor ativação ela mostra em uma específica área cerebral, quando envolvida em exercício de soletração de palavras. Esses pesquisadores usaram a técnica de Imagem Funcional de Ressonância Magnética, que revela como diferentes áreas cerebrais são estimuladas durante atividades específicas. Esta descoberta enfatiza que essa região cerebral é a chave para a habilidade de leitura, conforme sugerem esses estudos.
Essa área, atrás do ouvido esquerdo, é chamada região ocipto-temporal esquerda. Cientistas que, agora, estão tentando definir que circuitos estão envolvidos e o que ocorre de errado em Dislexia, advertem que essa tecnologia não pode ser usada para diagnosticar Dislexia.
Esses pesquisadores ainda esclarecem que crianças disléxicas mais velhas mostram mais atividade em uma diferente região cerebral do que os disléxicos mais novos. O que sugere que essa outra área assumiu esse comando cerebral de modo compensatório, possibilitando que essas crianças conseguiam ler, porém somente com o exercício de um grande esforço.
- familiaridade,
- freqüência,
- idade da aquisição,
- repetição,
- significado e contexto,
- Regularidade de correspondência entre ortografia-som ou grafema-fonema, e
- Interações.
- A criança movimenta os lábios ou murmura ao ler?
- A criança movimenta a cabeça ao longo da linha?
- Sua leitura silenciosa é mais rápida que a oral ou mantém o mesmo ritmo de velocidade?
- A criança segue a linha com o dedo?
- A criança faz excessivas fixações do olho ao longo da linha impressa?
- A criança demonstra excessiva tensão ao ler?
- A criança efetua excessivos retrocessos da vista ao ler?
Bibliografia
- ALLIENDE, Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. (1987). Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Tradução de José Cláudio de Almeida Abreu. Porto Alegre: Artes Médicas.
- CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. (1989). Dislexia; manual de leitura corretiva. 3ª ed. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas.
- DUBOIS, Jean et alii. (1993). Dicionário de lingüística. SP: Cultrix.
- ELLIS, Andrew W. (1995). Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. 2 ed. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
- GARCÍA, Jesus Nicasio. (1998). Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Tradução de Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas.
- HOUT, Anne Van, SESTIENNE, Francoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. 2ª ed. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artes Médicas.
- MARTINS, Vicente. (2002). Lingüística Aplicada às dificuldades de aprendizagem relacionadas com a linguagem: dislexia, disgrafia e disortografia. Disponível na Internet: http://sites.uol.com.br/vicente.martins/
- ALLIENDE, Felipe, CONDEMARÍN, Mabel. (1987). Leitura: teoria, avaliação e desenvolvimento. Tradução de José Cláudio de Almeida Abreu. Porto Alegre: Artes Médicas.
- DUBOIS, Jean et ali. (1993). Dicionário de lingüística. Direção e coordenação geral da tradução de Izidoro Blinstein. SP: Cultrix.
- ELLIS, Andrew W. (1995).Leitura, escrita e dislexia: uma analise cognitiva. 2ª edição. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
- HARRIS, Theodore L, HODGES, Richard. (1999). Dicionário de alfabetização: vocabulário de leitura e escrita. Tradução de Beatriz Viégas-Faria. Porto Alegre: Artes Médicas
- MONTEIRO, José Lemos. (2002). Morfologia portuguesa. Campinas: Pontes.
- RODRIGUES, Norberto. (1999). Neurolingüística dos distúrbios da fala.. São Paulo: Cortez: EDUC (Fala viva; v.1)
- YAVAS, Mehmet, HERNANDOREMA, Carmen L. Matzenauer. LAMPRECHT, Regina Ritter. (1991). Avaliação fonológica da criação: reeducação e terapia. Porto Alegre: Artes Médicas.
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dislexia www.reidaverdade.com http://www.dislexia.com.br/sintomas.htm
Fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dislexia www.reidaverdade.com http://www.dislexia.com.br/sintomas.htm
Postado por Pedagoga Viviane às 05:42 0 comentários
O Brincar
O Brincar na Educação Infantil - A Importância de uma área externa planejada
Uma área externa planejada se torna referência de uma educação de qualidade, dispor os brinquedos em locais adequados respeitando a faixa etária que irá utilizar são cuidados simples, mas que possibilitam evitar acidentes tão comuns na primeira infância.
O educador deve acompanhar as crianças na área externa observando-as para que suas brincadeiras possam ser subsídios para os projetos pedagógicos.
Na área externa é possível a criança ter contato com areia, água, pedras, folhas que se tornam materiais interessantes para construções de brinquedos e brincadeiras.
Jogos Esportivos
Os jogos esportivos são de cunho competitivo e devem fazer parte do contexto escolar no entanto, para a faixa etária da educação infantil devem ter como premissa a socialização. Alguns jogos esportivos conhecidos do universo adulto podem ser adaptados ao universo infantil , utilizando de regras simples que possibilitem a participação de todas as crianças, sem que seja necessário descaracterizá-los, como, por exemplo, o futebol que pode ser adaptado às crianças pequenas dividindo uma turma inteira de crianças em duas equipes , como se fosse um "grande futebol" utilizando-se de uma bolas e duas traves de gol.
Cultura Lúdica
Autores como Brougère, Kishimoto defendem a ideia da existência de uma cultura lúdica definida como um conjunto de procedimentos que permitem tornar o jogo possível, ou seja, ela é composta de um certo número de esquemas que permitem iniciar uma brincadeira.
Para esses autores, o brincar não é uma dinâmica interna do indivíduo, mas uma atividade que representa uma significação social precisa que, como outras, necessitam de aprendizagem. Assim a criança adquire e constrói sua cultura lúdica brincando, de maneira em que ela não está isolada da cultura geral.
A cultura lúdica da criança vai sendo construída a partir de componentes fundamentais da cultura ao qual ela está inserida.Ao dar um outro sentido através do brincar a cultura lúdica vai acrescentando outros elementos construindo algo novo mas, com referencial de outras gerações.
Brincadeiras Tradicionais e/ou Folclóricas
As brincadeiras folclóricas sempre fizeram parte do universo humano é uma forma de expressão da cultura e de uma nação. Elas são transmitidas em sua grande maioria de maneira oral, de uma geração à outra tendo como elemento fundamental a participação do adulto. Essa cultura não oficial transmitida oralmente, não fica cristalizada, pois está sempre em transformação incorporando inovações de uma geração para outra. Por ser de cunho folclórico, a brincadeira tradicional assume as características de anonimato.
Algumas das principais brincadeiras folclóricas por serem atividades prazerosas transformam-se em festas e ultrapassam o tempo e permanecem vivas na memória de um povo. Considerada como parte da cultura popular, a brincadeira tradicional ou folclórica representa a produção de um povo em certo período histórico. e enquanto, manifestação espontânea da cultura popular, tem a função de perpetuar a cultura e desenvolver formas de convivência social.
Postado por Pedagoga Viviane às 16:32 0 comentários
Trabalhos feito com crianças de 2 anos
Além de postar ideias e materiais para ajudar aos profissionais da educação, também tenho um prazer em postar trabalhos realizados por profissionais competentes e dedicados como a professora Vanessa / RJ que tem nos dado o prazer de fazer parte dos seguidores do blog EDUCAR É VIVER.
Segue abaixo trabalhos realizados com crianças de 2 anos pela professora Vanessa Silva / RJ.
Postado por Pedagoga Viviane às 16:41 3 comentários
Tipos de Letras
Algumas atividades postadas nesse Blog, não são de minha autoria,são materiais retirados de livros, internet e outras fontes. Caso seja de sua autoria,agradeço desde já esse material disponibilizado e ficaria honrada em receber uma mensagem sua. Prof. Viviane.
Postado por Pedagoga Viviane às 08:17 2 comentários
Português 4º ano e caligrafia
Muito interessante, para trabalhar caligrafia e ao mesmo tempo relembrar conteúdos.
Fonte: Caligrafia
autora: Tayanne Gabryelle
ed. Editora do Brasil
Postado por Pedagoga Viviane às 08:09 0 comentários































































































































