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Atividades para Datas Comemorativas de Março

                             8 de março - Dia da Mulher
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     Dia 8 de março comemoramos o Dia da Mulher, não devemos de trabalhar essa data em sala de aula, abaixo postei algumas dicas:


1º :Contar a História do dia da Mulher

2º:Monte um painel com um poema para todas as mulheres e as diferentes profissões, peça para as crianças pesquisarem, se for preciso que peçam ajuda aos pais.


3º :Brincadeira de faz de conta:
Peça para as crianças levarem para escola roupas femininas e objetos que são usados por mulheres no dia-a-dia e desenvolva uma brincadeira de faz de conta onde as crianças serão as mulheres, isso é bem legal.
Deixem as crianças livres para interpretarem suas personagens,a criatividade correrá solta e você poderá se surpreender..


4º: Dê desenhos de diferentes mulheres para que pintem.































                                           15 de março - Dia da Escola




                         


A escola, depois da família, é o primeiro grupo social a que pertencemos. E grupos sociais são importantes para que aprendamos a interagir com pessoas, a conhecer novos comportamentos e a respeitar uns aos outros. Além do mais, a escola é fonte de conhecimento e educação, tanto formal quanto informal, é um espaço onde o aluno é o protagonista e aprende a desenvolver suas atividades, além de ser um laboratório de inclusão social, promovendo no jovem o sentido de importância da comunidade.
Durante todo o nosso crescimento, precisamos de um referencial e essa é uma das principais funções da escola. Cada fase do aluno, novas necessidades e capacidades devem ser exploradas e para isso, a escola deve dispor de uma gama de profissionais como orientadores educacionais, professores e psicólogos.
Infelizmente, a educação no Brasil ainda não está satisfatória, apesar de índices cada vez mais positivos. Há um aumento da taxa de alfabetização, aumento do número de alunos que completam o nível superior, novas escolas de ensino fundamental foram construídas e há uma queda no índice de evasão escolar.
Autor: Juscelino Tanaka


























                      21 de março - Dia da Floresta








Segundo orientações da Confederação Europeia de Agricultores, o dia 21 de março foi instituído como o dia mundial da floresta em 1872.
A escolha da data se deu em razão desse dia marcar o início da primavera no hemisfério norte, época de maior reprodução das espécies vegetais.
Porém, outro fato marcante aconteceu. No estado de Nebraska, ao norte dos Estados Unidos da América, Julius Sterling Morton conseguiu mobilizar a população local para dedicar um dia em homenagem à árvore, em virtude de sua importância para nossas vidas.
Cada pessoa deveria plantar uma árvore da espécie escolhida, para diminuir o problema da escassez que já acontecia naquela época.
A ideia se espalhou pelos estados do Kansas, Tennesse e Ohio, sendo comemorado em todos os estados americanos.
Julius era jornalista e agricultor, tendo concebido sua formação na Universidade de Michigan, aos vinte e dois anos de idade, época na qual mudou-se para a localidade. Em sua carreira profissional, ficou conhecido como criador de procedimentos inovadores na área agrícola e florestal, chegando a ser nomeado como Secretário da Agricultura de seu Estado, entre 1893 e 1896.
O objetivo da criação dessa data foi o de mobilizar a população do mundo todo sobre a importância de se manter as florestas em seus estados naturais, conservando-as para garantir a manutenção da vida na Terra.
A Organização para a Agricultura e Alimentação, ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), aprovou o projeto de Julius, tornando a data oficial a partir de 1972.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

























                               27de março - Dia do Circo 




O dia do circo foi criado em homenagem ao palhaço Piolim, Abelardo Pinto, que comandou o circo Piolim por mais de trinta anos.
Seu pai havia sido dono de circo quando Abelardo ainda era pequeno, local onde aprendeu a tocar violino, a fazer contorcionismos e acrobacias.
A data foi instituída em razão de seu nascimento, no ano de 1897, em Ribeirão Preto, no estado de São Paulo.
Abelardo chegou a fazer espetáculos beneficentes, junto com um grupo de artistas espanhóis, que lhe deram o apelido de Piolim, que significa barbante, devido às pernas compridas e também por sua magreza.
Piolim era engajado com os movimentos artísticos e culturais, sempre preocupado em divulgar a arte como forma de expressão cultural.
Foi homenageado pelos intelectuais da semana de arte moderna (Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Anita Malfati, e outros) em 1922, como o maior artista popular brasileiro.
Em dois de agosto de 1931 recebeu uma homenagem de Mário de Andrade, através de uma crônica que demonstrava seu encantamento com a arte do circo de Piolim.
Um dos maiores sonhos desse palhaço era montar uma escola circense, para manter as tradições artísticas e culturais do circo, mas morreu antes de concretizá-lo, aos 76 anos de idade, no ano de 1973.

Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

















































































Fonte: http://wwwatividadesescolares.blogspot.com/
           http://eufacoarteportodaparte.blogspot.com/
           http://ler-com-prazer.blogspot.com
           http://mundinhodacrianca.blogspot.com
           http://simonehelendrumond.blogspot.com/

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Dando uma de artesã...Janela do tempo e calendário em EVA

     Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, amigas professoras vieram solicitar que eu ajudasse na confecção da janela do tempo e calendário. Não sou nenhuma profissional como muitas amigas blogueiras que conheço,mas o que vcs acharam???













                 Os números,meses e ano do calendário a própria professora confeccionará.
                  O que acharam????  Mil bjs

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A IMPORTÂNCIA DO JOGO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

    Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, trago mais um assunto importante para esclarecimento de todos. 













Alícia Fernández lembra que "aprender é quase tão lindo como brincar" e que aprender e brincar ocupam o mesmo espaço transicional no qual razão e emoção, objetividade e subjetividade se encontram. Para jogar o homem precisa exercitar uma lógica e uma ética, pois não basta apenas jogar bem para ganhar, mas é preciso ganhar com dignidade. Por isso, o jogo é um material por excelência da intervenção psicopedagógica, na medida em que possibilita o exercício destas lógicas racionais e afetivas necessárias para a ressignificação dos aspectos patológicos relacionados com a aprendizagem humana.
Existe no jogo, contudo, algo mais importante do que a simples diversão e interação. Ele revela uma lógica diferente da racional. O jogo revela uma lógica da subjetividade, tão necessária para a estruturação da personalidade humana, quanto à lógica formal das estruturas cognitivas.
O jogo carrega em si um significado muito abrangente. Ele tem uma carga psicológica, porque é revelador da personalidade do jogador (a pessoa vai se conhecendo enquanto joga). Ele tem também uma carga antropológica porque faz parte da criação cultural de um povo (resgate e identificação com a cultura); é construtivo porque ele pressupõe uma ação do indivíduo sobre a realidade. É uma ação carregada de simbolismo, que dá sentido à própria ação, reforça a motivação e possibilita a criação de novas ações.
O psicopedagogo utiliza o jogo diferentemente dos demais profissionais, porque o vê como uma técnica que permite a articulação de aspectos objetivos e subjetivos, necessários para que a aprendizagem aconteça sem problemas. Na intervenção psicopedagógica o jogo pode ser utilizado em suas três formas, de acordo com a teoria de Piaget:
  • JOGOS DE EXERCÍCIO: 0 A 2 anos - período sensório-motor;
  • JOGOS SIMBÓLICOS: 2 A 7 anos - período pré-operatório;
  • JOGOS DE REGRAS: a partir do período operatório concreto;
Estas delimitações etárias estão, logicamente, sujeitas à alterações em função das diferenças individuais.
Jogos de Exercício
A principal característica da ação exercida pela criança no período sensório motor é a satisfação de suas necessidades. Pouco a pouco, porém, ela vai ampliando seus esquemas, adquirindo cada vez mais a possibilidade de garantir prazer por intermédio de suas ações. Passa a agir para conseguir prazer. O prazer é que traz significado para a ação. Piaget observou as condutas das crianças pequenas e delas depreendeu que havia um objetivo na repetição incessante das mesmas ações: divertir e servir como instrumento de realização de um prazer em fazer funcionar, exercitar estruturas já aprendidas. Este tipo de brincadeira dá à criança um sentimento de eficácia e poder.
O jogo de exercício é definido por ele com característico desta fase sensório-motora. Entretanto, o ser humano não deixa de jogá-lo só porque cresce e se torna adulto. A cada nova aprendizagem ele volta a utilizar jogos de exercícios, necessários à formação de esquemas de ação úteis ao seu desempenho, pois o jogo de exercício não objetiva a aprendizagem em si, mas a formação de esquemas de ação, de condutas, de automatismo. Por isso, jogá-lo só é necessário para este fim, pois fica cansativa e enfadonha a repetição de ações já interiorizadas.
Jogos Simbólicos
Este tipo de jogo predomina dos 2 aos 7 anos de idade, ou seja, no período pré-operatório de pensamento.
No jogo simbólico a criança já é capaz de encontrar o mesmo prazer que tinha anteriormente lidando agora com símbolos. É a época do "faz de conta", da representação, do teatro, das histórias, nas quais uma coisa simboliza outra: um pedaço de pau "vira" cavalo; vestir uma capa transforma em super-homem; representar o papel de mãe ao brincar de bonecas, dentre outros exemplos.
Os jogos simbólicos têm as seguintes características:
  • Liberdade total de regras (a não ser aquelas criadas pela própria criança);
  • Desenvolvimento da imaginação e da fantasia;
  • Ausência de objetivo ( brincar pelo prazer de brincar);
  • Ausência de uma lógica da realidade;
  • Assimilação da realidade ao "eu" (a criança adapta a realidade a seus desejos. EX: se presencia uma briga entre os pais, vai brincar de casinha e resolve o conflito por meio dos bonecos.
A criança é capaz deste jogo porque já estruturou sua função simbólica, ou seja, já produz imagens mentais, já domina a linguagem falada, que lhe possibilita usar símbolos para substituir os objetos. Quando joga jogos simbólicos ela tem a possibilidade de vivenciar aspectos da realidade muitas vezes difíceis de elaborar : a vinda de um irmãozinho, a perda de um genitor, a mudança da escola...Pode lidar com as situações desejantes ( ser um super-homem), penosas ( separação dos pais ), com situações do passado, enfrentar problemas do presente e antecipar conseqüências de ações no futuro.
Ela pode fazer tudo isso, sem riscos, porque nada é real, tudo é fictício. O adulto que observa e interage com a criança no jogo simbólico pode perceber como ela está elaborando sua visão de mundo, como lida com seus problemas, quais são seus sonhos ou suas preocupações. Por isso, o jogo simbólico é tão importante na intervenção psicopedagógica dirigida para as dificuldades de aprendizagem.
Como o período pré-operatório se estende dos 2 aos 7 anos, tendo portanto, uma duração mais longa, verificamos que o jogo simbólico sofre modificações á proporção que a criança vai progredindo em seu desenvolvimento, rumo à intuição e à operação.
Jogo de regras
Os jogos de regras são o coroamento da experimentação da criança com as transformações a que ela chegou quando atingiu a reversibilidade de pensamento operatório concreto. Neles existe o prazer do exercício, o lúdico do simbolismo, a alegria do domínio de categorias espaciais e temporais, os limites que as regras determinam a socialização de condutas que caracteriza a vida adulta.
Os jogos de regras são segundo Piaget, "a atividade lúdica do ser socializado".
Um jogo de regras pressupõe uma situação problema, uma competição por sua resolução e uma premiação advinda desta resolução. As regras orientam as ações dos competidores, estabelecem seus limites de ação, dispõem sobre as penalidades e recompensas. Elas são as "leis" do jogo .
Ao jogar jogos de regras as crianças assimilam a necessidade de cumprimento das leis da sociedade e das leis morais da vida.
Para ser enquadrado como um jogo de regras são necessárias as seguintes características:
  • Que haja um objetivo claro a ser alcançado;
  • Que existam regras dispondo sobre este objetivo;
  • Que existam intenções opostas dos competidores;
  • Que haja a possibilidade de cada competidor levantar estratégias de ação;
Os jogos de regras são necessários para que as convenções sociais e os valores morais de uma cultura sejam transmitidos a seus membros.
As estratégias de ação, a tomada de decisão, a análise dos erros, lidar com perdas e ganhos, replanejar as jogadas em função dos movimentos do adversário, tudo isso é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio, das estruturas cognitivas dos sujeitos. O jogo provoca um conflito interno, a necessidade de buscar uma saída, e desse conflito o pensamento sai enriquecido, reestruturado e apto a lidar com novas transformações.
 
Recorte de texto de Júlia Eugênia
Fonte do texto: http://psicopedagogajoselma.blogspot.com 

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A importância da garatuja

    Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, ao visitar o blog da minha amiga Silvana Lima (Psicopedagoga), encontrei essa postagem, achei muito interessante.
    Leiam e depois façam uma visitinha no blog da Silvana, lá vocês encontraram muitas coisas interessantes.http://silvanapsicopedagoga.blogspot.com

Rabiscos de criança são expressões da curiosidade, são tentativas e descobertas. Você não vai querer reprimir essa força criativa, certo?


É experimentando traços aparentemente sem nexo – as chamadas garatujas – que as crianças pequenas desenham na tentativa de representar o que interpretam do mundo à sua volta. Nos primeiros anos de escolaridade, é particularmente importante explorar sem amarras esse tipo de produção. Muitas vezes, porém, os rabiscos não recebem a devida atenção dos professores. Há certa ansiedade em direcionar o traço dos pequenos.

“Esse cerco, ao contrário do que se imagina, fecha portas para o fazer artístico”, afirma Mirian Celeste Martins, professora do curso de pós-graduação em Educação, Arte e Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Muitas crianças chegam ao Ensino Fundamental com a expressividade bloqueada justamente por conta do direcionamento que tiveram na infância para atividades como reproduzir ou colorir desenhos prontos”, diz Mirian. Nesse caso, a atenção da criança se volta para a dúvida se o trabalho é reconhecível ou não, em vez de estar no desenho em si.


Cada rabisco, uma descoberta 

Desde a década de 1970, a pesquisadora americana Rhoda Kellog estuda os primeiros traços das crianças. Em suas pesquisas, ela observou e analisou quase 300 mil desenhos de crianças de todo o mundo e identificou padrões de estrutura, como rabiscos básicos e áreas de aplicação dos traços no papel (veja quadro abaixo).

Kellog mapeou 20 tipos de rabiscos de crianças de até dois anos de idade, produzidos de maneira bastante primitiva em variadas combinações. Um tempo adiante, essas linhas convergem para seis diagramas básicos: círculo ou oval, quadrado ou retângulo, triângulo, cruz ou X e formas irregulares. A eles, depois são agregados elementos como sóis, linhas radiais, perímetros e figuras humanas.

Embora apresentadas de maneira evolutiva, essas classificações não devem ser consideradas fases de desenvolvimento a ser perseguidas. “Elas são representações da ação da criança, de acordo com suas descobertas e com a interpretação que faz do mundo”, afirma a professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Rosa Iavelberg.

Com muita sutileza, portanto, as garatujas revelam o olhar da criança. Observadores, os pequenos experimentam enquanto desenham e acabam estabelecendo relações que ficam na memória. Descobrem os resultados dos movimentos que fazem com o braço, buscam as possibilidades das formas – para depois dominá-las – e encontram os limites do papel. Assim, criam de forma autônoma. “É com a exploração desses rabiscos que a criança vai construir sua produção autoral”, acrescenta Rosa.

Além de ficar atento ao desenho das crianças, é importante criar um ambiente em que o desenho possa ser cultivado (Dois exemplos de atividades: Desenho na sombra e Criação com desafio). Quando possível, oferecer diversidade de materiais e suportes colabora para ampliar o repertório e estimula a viagem criativa da meninada. “A força que faz inventar os modos de desenhar, de jogar com a percepção, de brincar com linhas, formas e cores tem de ser potencializada pelo educador. Abrir esse espaço é mais do que simplesmente deixar fazer”, acrescenta Miriam. É preciso instigar a competência simbólica, provocar o aluno a ir além e não apenas ensinar a ele regras práticas da figuração. Com isso, foge-se do controle rígido da representação, que faz os pequenos reproduzir de forma sistemática os modelos estereotipados.
Fonte: Aprendiz para sempre;
            Blog da amiga Silvana Lima Psicopedagoga

 
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