Trabalhando a Concentração
Postado por Pedagoga Viviane às 07:33 3 comentários
Imagens para o Dia 7 de Setembro
Olá.
Aqui é o Rafael novamente.
Em comemoração ao Dia da Independência Brasileira, 7 de Setembro, estou disponibilizando aqui, no Educar é Viver, algumas imagens que fiz, com meus personagens, em comemoração à data.
Esta é a versão para colorir: clique para ampliar, imprima e pinte.
Postado por Estúdio Rafelipe às 18:31 0 comentários
Homenagem pelo 1 ano de blog
Olá.
Aqui é o Rafael novamente.
O blog Educar é Viver acaba de completar, segundo a Viviane, 1 ano de atividades. É por isso que hoje estou postando uma ilustração especial em comemoração.
Postado por Estúdio Rafelipe às 15:42 4 comentários
1 ano de Blog
Neste 1 ano, conheci amigos educadores e amigos blogueiros com experiências e conhecimentos fabulosos.Fico muito feliz por essa oportunidade e por Deus ter colocado em meu caminho pessoais especiais como vcs!!!!!
Espero continuar em contato com todos....Mil bjs
Postado por Pedagoga Viviane às 19:01 4 comentários
Datas comemorativas Setembro
1º de setembro
DIA DO PROFISSIONAL DE ED. FÍSICA
Essa data comemorativa teve origem em 27 de junho, quando nas comemorações de São Cosme e Damião, os mesmo organizavam brincadeiras para a criançada. Porém, com a regulamentação da profissão, a comemoração foi mudada para o dia primeiro de setembro. Parabéns a todos os Profissionais de Educação Física!
INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.
D.Pedro permaneceu no Brasil e esse dia passou para a nossa história como o Dia do Fico.
Os brasileiros continuaram em campanha política para que o Brasil se tornasse independente de Portugal.
D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei.
HINO DA INDEPENDÊNCIA
Música de: D. Pedro I.
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
fonte: http://www.brasilescola.com/datacomemorativas/dia-da-arvore.htm
Postado por Pedagoga Viviane às 03:22 1 comentários
Datas comemorativas de Agosto

FOLCLORE
transmitem através de lendas, contos, narrativas, provérbios e
a outra, e ficam pertencendo a determinado povo, de tal modo que
desconhecemos seus autores. Além disso, os povos possuem usos e
costumes peculiares, fabricam produtos manuais e executam artesanatos
que os distinguem em particular.
alguns fatos do folclore amazônico, mostrando as influências por ele
recebidas, suas lendas e danças, que são característica própria de nossa região.
do folclore amazônico, mostrando ao mesmo, o quanto nossas
crendices e características populares são ricas e valiosas.
ORIGEM DA PALAVRA FOLCLORE
violenta entre classes sociais: a classe mais pobre, sem acesso à cultura
dos ricos, desenvolve costumes e instituições próprios. Geralmente, essa
cultura é oral, pois os que a desenvolvem não têm o domínio da escrita.
Assume, a cultura popular sofre constante transformação: a tradição
é mantida, mas sempre atualizada.
camadas superiores e as mais baixas da sociedade. O povo continuou
mantendo a cultura oral que herdara da Antiguidade e Idade Média. Durante
o século XIX, a cultura popular começou a despertar o interesse de estudiosos,
que iniciaram um trabalho dessa tradição cultural. Em 1846, então,
o inglês William John Thoms designou essa cultura com o nome de folklore,
cujo significado era “saber popular” ou em alguns livros podemos encontrar
o significado “saber vulgar”.
brasileiro é um dos mais ricos do mundo. Isso porque houve no Brasil
uma nítida diferenciação entre as classes, reforçadas pelas diferenças de
raças e pela distribuição da população em grandes espaços, o
que contribuiu para o distanciamento entre os vários grupos.
Ao chegarem ao Brasil, os portugueses encontraram uma terra de condições
totalmente diferentes, com as estações ocorrendo em outra época do ano,
além de um ritmo diferente do ano agrícola e da natureza diversa de vegetação.
reorganizada, recebendo também influências da cultura africana e indígena.
a criação de folclores diferentes para cada região, de acordo com
o tipo da população. Desenvolveram-se, assim, manifestações que
sobrevivem até hoje, como o samba, o carnaval, as festas juninas
e religiosas, a literatura do cordel, o bumba-meu-boi, além de uma
série de estória, danças e cantigas.
povo brasileiro, surgindo de acordo com o país e sua natureza.
grupos, passaram a ser incorporados no mercado de trabalho. Isso
os obrigou a levar uma vida diferente onde o folclore não teve
mais a oportunidade de se desenvolver, pois quem trabalha numa fábrica,
a festa de São João, por exemplo, não tem nenhuma relação com as colheitas.
O folclore acabou cedendo lugar à cultura de massas, mais estreitamente
relacionada com a nova forma de sociedade.
fundamentais do fenômeno folclórico. A técnica de produção, tradicional
no local em que se exerce, foi transmitida assisteticamente de pessoa para
pessoa. O artista recebe do ambiente ao mesmo tempo em que a técnica,
padrões e modelos que utiliza a serviço da comunidade em que vive.
mantendo os moresdo ambiente e proporcionando a sua progressiva
adaptação a novas condições.
de vez, a aceitação do folclore como uma das novas ciências denominadas sociais.
ter uma idéia, o nome Amazonas (estado da região norte) surgiu de uma
lenda: os primeiros colonizadores encontraram na região banhada pelo
grande rio mulheres das lendárias tribos amazonas. Porém não se pode
deixar de lembrar que os nordestinos também influenciaram de maneira marcante
o nosso folclore, basta lembrar que o boi-bumbá foi trazido do Nordeste.
não se explicaria a importância da desfeita no Amazonas, o Lindu. Carimbo
do Pará e o Marabaixo do Amapá.
amazônico, como, por exemplo, na Festa do Círio de Nazaré. A procissão
dos círios é realizada todos os anos, no segundo domingo de outubro,
onde os devotos, procedentes de várias regiões do norte, vão para Belém
pagar promessas feitas com velas e tochas.
através de heróis indígenas, eles explicam a origem das coisas, como a lenda
da Vitória-Régia, do Irapuru, etc.
interior do Pará, havia um casebre humilde onde morava uma mulher
chamada Edna, com duas crianças.
sua função.
medo e, lembrando da história do mapinguari, apagou o fogo o mais rápido
que pôde e pediu ao filho que fizesse silêncio, pois o grito lhe parecia estranho
e a fumaça atraía o bicho.
da morte do mapinguari em uma fazenda distante dali dois dias de viagem.
O tal bicho foi morto pelos empregados da fazenda, segundo depoimento
de pessoas que o viram e de outras que não conseguiram se aproximar do
local, pois o mapinguari exala um odor insuportável.
Nem o pai, o velho tuxaua Kaúna, nem os irmãos superavam a coragem,
a habilidade e o ardor combativo da moça nas ações de guerra na
selva. Esta circunstância creditou à jovem o ódio dos guerreiros
varões, que se sentiam desprestigiados.
cercada por índios mura. Combateu, contudo com tal ardor que os venceu.
Cheios de inveja, os irmãos tentaram surpreende-la dormindo, para tal
matá-la. Ouvido acurado como o da onça, a jovem obstou a cilada, abatendo
os dois irmãos com certeiros golpes de borduna. Temerosa da vingança paterna,
fugiu.
índios, saiu a procura da jovem. Cercaram o outeiro onde ela se encontrava.
Uma noite, contudo, esgotada da intensa vigília, a cunha acabou caindo
prisioneira. Por ordem do pai foi jogada de cima do Lajes, justamente de um
ponto onde se divisa, em todo o seu esplendor, o encontro das águas Negro-Solimões.
à superfície. E, à luz do luar, ela se transformou numa princesa das águas.
Seu corpo irradiando claridade, foi se modificando: da cintura para cima continuou
linda mulher, de cabelos negros como as águas do Uruna (rio Negro); na parte
inferior era peixe.
como Mãe-d’água, a cunha poranga ( moça bonita) que permanece até
hoje no fundo dos igarapés, representando a coragem e a beleza, nunca
desmentidas, da cabocla Amazônica.
E a lua iluminava a terra com seus raios prateados. Um velho cacique
fumando seu cachimbo, contava às crianças as histórias maravilhosas de
sua tribo. Ele era também feiticeiro e conhecia todos os mistérios da natureza.
Um dos curumins que ouviam perguntou do velho de onde vinham as estrelas
que luziam no céu. E o cacique respondeu:
A Lua é um guerreiro belo e forte. Nas noites de luar, ele desce à terra para
se casar com uma índia. Aquela que estão vendo é Nacaíra, a índia mais
famosa da tribo dos Maués. A outra é Jana, a flor mais graciosa da tribo dos
Aruaques. A respeito disso, vou contar a vocês uma história que aconteceu,
há muitos anos, na nossa tribo. Prestem atenção:
Lua era um guerreiro belo e poderoso, Naia por ele se apaixonou. Por isso
recusou as propostas de casamento que lhe fizeram os jovens mais fortes
e bravos de nossa tribo.
raios prateados. Às vezes, ela saía correndo através da mata para ver
se conseguia alcançar a Lua com seus braços. Mas esta continuava sempre
afastada e indiferente, apesar dos esforços da índia para atingi-la.
da Lua. Ficou radiante! Pensou que era o guerreiro branco que amava. E,
para não perde-lo, lançou-se nas águas profundas do lago. Coitada! Morreu afogada.
torna-la uma estrela das águas. Transformou o corpo da índia numa flor
imensa e bela. Todas as noites essa flor abre suas pétalas enormes para
que a Lua ilumine sua corola rosada.
família dos golfinhos, se transforma em um belo rapaz elegante durante as
noites, quando sai das águas à procura das moças. Elas não resistem à
sua beleza e simpatia e caem de amores por ele.
algum naufrágio em uma embarcação em que o boto esteja por perto, ele
salva a vida das mesmas empurrando-as para a margem dos rios.
tomar banho, ou mesmo nas festas realizadas nas próximas aos rios. Os
botos vão aos bailes e dançam alegremente com elas, que logo se envolvem
em seus galanteios e não desconfiam de nada. Apaixonam-se e engravidam
desse rapaz. É por essa razão que ao boto é atribuída a paternidade de
todos os filhos de mães solteiras.
alguns de seus órgãos podem servir de talismã depois de devidamente
tratados por curandeiros de “muita força”.
sorte para conseguir mulher têm que matar um boto, arrancando-lhe
os olhos e mandar um curandeiro tratá-los. Usando os olhos do boto
como talismã, não lhes faltarão mulheres.
um canto tão lindo, tão melodioso que os outros pássaros ficam quietos
e silenciosos, só para ouvi-lo. O uirapuru tem a cor verde-oliva e a calda
avermelhada. Quando começa a cantar, toda a mata parece emudecer
para ouvir seus gorjeios maravilhosos.
Aliása, irapura quer dizer pássaro que não é pássaro. Depois de morto
seu corpo é considerado um talismã, que dá felicidade a quem o possui.
uma tribo de índios cujo cacique era amado por duas moças muito
bonitas. Não sabendo qual escolher, o cacique prometeu casar-se com
aquela que tivesse melhor pontaria. Aceita a prova, as duas índias atiraram
as flechas, mas só uma acertou o alvo. Essa casou-se com o chefe da tribo.
fonte e um córrego. Pediu ela a Tupã que a transformasse num passarinho
para poder visitar o cacique, sem ser reconhecida. Tupã fez-lhe a vontade.
Mas verificando que o caíque amava a sua esposa, Oribici resolveu abandonar
aqueles lugares. E voou para o Norte do Brasil.
cantar para esquecer suas mágoas. E os outros pássaros, quando
encontram o irapuru, ficam calados para ouvir suas notas maravilhosas.
da região amazônica. Geralmente as pessoas acham que a Iara é uma mulher
loira, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta
descrição na verdade é da sereia européia e não da Iara.
com a Iemanjá africana e na verdade nada tem a ver nem com uma nem
com a outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os
homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria
Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.
olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se
nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas…
Nem sempre voltam ao mundo dos vivos… Os que o fazem, voltam
assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantos…
e é preciso muita reza e pajelança – e de um pajé com muita força para tira-lo
do estado de torpor. Alguns a descrevem como tendo uma cintilante
estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e
assim ser facilmente hipnotizado… Quanto a possível forma de peixe da parte
inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia,
que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher e metade
peixe… Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje.
paraense foi criada pelos índios Tupinambá que, segundo os historiadores,
eram dotados de um senso artístico invulgar, chegando a ser considerados,
nas tribos, como verdadeiros semi-deuses.
num andamento monótono, como acontece com a grande maioria das danças
indígenas. Quando os escravos africanos tomaram contato com essa
manifestação artística dos Tupinambás começaram a aperfeiçoar a dança,
iniciando pelo andamento que, de monótono, passou a vibrar como uma espécie
de variante do batuque africano. Por isso, contagiava até mesmo os colonizadores
portugueses que, pelo interesse de conseguir mão-de-obra para os mais diversos
trabalhos, não somente estimulavam essas manifestações, como também,
excepcionalmente, faziam questão de participar, acrescentando traços da
expressão corporal características das danças portuguesas. Não é a toa
que a “Dança do Carimbó” apresenta, em certas passagens, algumas movimentos
das danças folclóricas lusitanas, como os dedos castanholando na marcação
certa do ritmo agitado e absorvente.
A sensualidade dos movimentos já levou a Côrte e o Vaticano a proibirem
a dança no século passado. No Brasil o “Lundu” assim como o “Maxixe”
( a dança excomungada pelo Papa), foi proibido em todo Brasil por
causa das deturpações sofridas em nosso país. Mas, mesmo as escondidas
o “Lundu” foi ressurgindo, mais comportado principalmente em três Estados brasileiros:
São Paulo, Minas Gerais, e na Ilha de Marajó, no Pará.
“para um encontra de amor sexual”. O Lundu considerado ao lado do Maxixe,
considerado uma dança altamente sensual, que desenvolve com movimento
ondulares de grande volúpia. No início as mulheres se negavam a acompanhar
os homens mas, depois de grande insistência, eles terminam conquistando as
mulheres, com as quais saem do salão dando a idéia do encontro final.
Amazonas, devido as miscigenações indígenas.
outros estados da região Norte, populariza figuras místicas de vaqueiros
e índios. A origem do bumba-meu-boi é comumente atribuída aos países da
língua Espanhola,onde era usado com o nome de “vaca loca e toro candil”.
Foi trazida para o Brasil pelos imigrantes, os bois Corre Campo e o
Gitano eram os mais conhecidos. Hoje, os bois Garantido e Caprichoso são as
maiores atrações da festa maior do folclore amazonense, realizado em Parintins.
povo precisam, visceralmente, ajustar-se à cultura local. Sejam elas de
ordem moral ou legal, pagãs ou sacras.
para melhor, enriqueceu e criou identidade própria. Criou uma mensagem
nova que se espalha por todo o baixo e médio Amazonas, Barreirinha ,
Itacoatiara, Urucuritiba,, Santarém, e outras cidades estão fazendo
seus festivais, sempre inspirados no estilo Parintins.
do Boi Bumbá vem da floresta, das estórias do interior e da dança
indígena que faz o bailado contagiante da festa.
pecuária, tem o desejo insubstituível de comer a língua do boi preferido de
seu patrão. Com medo de que a criança venha ao mundo deformada, Pai
Francisco sucumbe a vontade da mulher, Mãe Catirina, e mata o boi. Irado
o amo manda índios atrás de Pai Francisco para captura-lo. Com a ajuda
do pajé e suas forças mágicas, Pai Francisco consegue ressuscitaro boi.
Notadamente a presença da tese da ressurreição ensinada pelos jesuítas,
neste teatro popular. É sobre esta trama que se desenrola a apresentação dos
bois. O bumba-meu-boi brasileiro não tem taqueras ou ripas de madeira,
recoberto com pano ordinário, apenas a cabaça que é uma de boi ou vaca
com os respectivo chifres.
homem que se propõe a sair com a carcaça bovina sobre a sua. Este
homem tem que ser bem forte para agüentar a brincadeira.
século quando a festa ainda tinha conotação marginal e era celebrada
nas ruas, o som do boi-bumbá era produzido por batuques de tambores,
repiques, caixinhas e surdos.
de escolas de samba acontecem normalmente no Centro de Convenções.
Os ensaios acontecem de Outubro até o carnaval. A folia de rua também
é muito interessante, durante os meses de janeiro, fevereiro e março espalham-se pela cidade.
de bares, clubes e agremiações.
Os negros preservam o marabaixo (mar abaixo), dança que se assemelha
ao arrastar dos pés presos pelas correntes da escravidão. No canto
cadenciado aparecem os lamentos do cotidiano e saudades da África.
O marabaixo ocorre nas principais comunidades negras, como Mazagão Velho,
Curiaú e Igarapé do Lago, além dos bairros do Laguinho e do antigo bairro da
favela em Macapá. Essas comunidades negras também desenvolvem o Batuque,
ritmo tirado de tambores artesanais e instrumentos de percussão feitos com madeira e
sementes.
comemoram a festa de São Tiago.
escolhido o festeiro, pessoa de algum recurso e com influência dentro da
comunidade da Vila ou do Município.
de duas bandeiras nas cores vermelha (moura) e branca (cristã) entrecruzadas,
que São colocadas no alto da porta de sua casa.
as ordens para o bom andamento dos festejos de São Tiago, que antigamente
tinha como local o largo de Nossa Senhora da Assunção, que vem ser a
padroeira dessa Vila Histórica.
em seus andores, que ficam sobre uma mesa especialmente ornamentada
e domina todo o ambiente. Hoje, embora existindo essas duas imagens,
duas pessoas vestidas a caráter representam dois santos, reverenciados
nessa manifestação folclórica, que no dia do círio caminham no meio do povo.
aos competidores da cavalhada, representando a luta entre mouros e cristãos.
os cânticos sagrados, acompanhamento de música, com grande pompa, sob
diversas bandeiras coloridas de São Tiago e São Jorge.
Velho e nas cidades do beiradão do rio Madeira e seus afluentes. Eliser
dos Santos, conhecido como Bola Sete, costumava apresentar esse folguedo
assim como “Dona Pretinha”. A respeito das Pastorinhas, O historiador José
Monteiro escreve o seguinte:
paroquiais ou em frente a igrejas católicas. A representação acontece diante
de uma manjedoura onde se encontra a imagem do menino Jesus e, por ele, os
dois cordões, azul e encarnado, fazem louvações cantadas em versos”
Velho, o que tem levado os órgãos de cultura ao propósito de revitalizá-la,
colocando-a como instrumento de preparação para o Natal”.
de peixes, a gastronomia local oferece uma variedade de pratos com predominância
indígena, além da influência portuguesa, africana e francesa.
de mandioca, a culinária regional é uma comprovação da exuberante e rica culinária
amazônica.
o Pirarucu conhecido como o bacalhau da região norte pelo processo de
conservação utilizando o sal. Há também o Tucunaré, de sabor delicado
é utilizado para as caldeiradas ou o Jaraqui, muito consumido pela população,
com farinha e molho de pimenta. A culinária local reserva para o
pescado um exótico acompanhamento. A farinha de mandioca de vários tipos é
uma das principais combinações junto com as verduras e pimentas,
malagueta-muripi ou de cheiro.Normalmente são servidos com molho de tucupi,
também extraído da mandioca e de sabor marcante com alto grau de acidez.
Outras comidas típicas (indígenas, originárias do estado do Pará) : Pato no tucupi –
pato assado no forno e depois cozido no tucupi, com folhas de Jambu ( erva de sabor exótico) e camarão; Tacacá – espécie de sopa indígena servida em cuias negras
( uma explosão de sabores) dominados pelo tucupi ( sumo fermentado da mandioca);
outro ingrediente, a goma se soma ao camarão seco e ao jambu
(folkha que adormece a língua); Quebra-queixo; broas; pamonhas, tapiocas com castanhas…
que também servem de bases para os doces, geléias, cremes e sorvestes
de sabor delicioso e incomum. As frutas mais apreciadas são: o cupuaçu, a graviola,
o taperebá, o buriti, o maracujá, etc, além dos frutos das palmeiras como : pupunha,
tucumã, açaí, buriti, bacaba, patoá e o famoso Guaraná.
dessa cultura, danças, provérbios,etc… serem transmitidos de geração a geração.
Mas, ainda falta-nos um conhecimento maior sobre esse conjunto de crenças,
costumes e tradições; não conhecíamos de fato as nossas origens, daí decorreu
a importância de um estudo mais detalhado sobre o assunto.
lendas, e até mesmo os hábitos alimentares e de vestimentas fixado na terra,
as vezes dando uma nova características ao local, também, fazem parte do
denominado folclore. Portanto, percebemos a importância do conhecimento
de nossas raízes,de algumas lendas que para nós ainda eram ocultas.
qual sua importância, mesmo que o folclore ainda não tenha se firmado
como uma ciência e merecido uma cadeira de ensino para o nosso maior conhecimento.



Fonte: http://www.smartkids.com.br/desenhos-para-colorir/folclore-boitata.html
http://suzettepaula.blogspot.com.br/2009/07/datas-comemorativas-do-mes-de-agosto.html
Postado por Pedagoga Viviane às 17:18 10 comentários




































































