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A interpretação de um texto associado a uma imagem.


Depois que as letras se tornam objetos substitutivos, as crianças costumam pensar que qualquer palavra que estiver escrita próximo de uma figura deverá ser o nome da mesma. Emília Ferreiro caracterizou essa atitude de “hipótese do nome”.
Além das propriedades quantitativas, as crianças , ainda antes de serem capazes de ler convencionalmente, podem considerar também as propriedades qualitativas do texto. Tanto para ajudar a antecipar o significado que está escrito quanto para verificar a adequação de suas antecipações.

Ao desvendar o universo visual de seu cotidiano, o aluno vai conhecer melhor a si mesmo, compreender sua cultura e ampliá-la, ao compará-la com a de outros tempos e lugares.
Contar quantas imagens vemos diariamente, são construções em diversos estilos, carros de vários modelos, pessoas vestidas cada uma a seu gosto, poluição visual das cidades com propagandas e pichações, a televisão, a internet, as fotos de jornais e revistas, muitas vezes isso passa a despercebido e não parece ter sentido ou importância, mas esses elementos estão carregados de informações sobre nossa cultura e o mundo em que vivemos.

A arte-educador e pesquisador norte-americano Elliot Eisner escreveu que o ensino se torna mais abrangente quando utiliza representações visuais, pois eles permitem a aprendizagem de tudo o que os textos escritos não conseguem revelar. Na escola, isso significa que o ensino de arte ganha uma perspectiva mais profunda. Conhecer artistas e estilos, o aluno passa a ser leitor, intérprete e crítico de todas as imagens presentes em seu cotidiano.

1 comentários:

Marcos Souza disse...

Parabéns pelo Blog, espero que vc adicione o endereço em nossa querida comunidade PEDAGOGIA E EDUCAÇÃO EM DEBATE... Abraços e adorei o blog

 
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