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Amigos e Seguidores do Blog Educar é Viver, mais  relatório que fiz para o curso  de Pedagogia, para atividade complementar quando eu estava no 3º semestre.


Reportagem: Dossiê chupeta: chega de dúvidas ( maio/2010)

Educação Infantil

0 a 3 anos/Prática pedagógica
Edição 232 | Maio 2010 | Título original: Dossiê chupeta: chega de dúvidas




Respostas para 7 dúvidas sobre o uso da chupeta por crianças

Chega de dúvidas sobre chupeta, que tira o sono dos adultos e ao mesmo tempo acalma tanto as crianças


Foto: Fernanda Preto

DIREITO GARANTIDO Usar chupeta não faz mal na creche. Ela funciona como um objeto que ajuda na adaptação. Fotos: Fernanda Preto
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Quando o bebê nasce, os pais passam a se questionar sobre os benefícios e os malefícios de oferecer a chupeta a ele. Alguns temem causar dependência, outros pensam em possíveis problemas na dentição e na fala. Na creche, o panorama enfrentado pelos educadores não é diferente. Há muita dúvida e, por causa de tanta indecisão, esse objeto pode acabar ocupando o espaço que não merece, ser proibido radicalmente ou, pior ainda, ficar marcado como um elemento estranho ao ambiente, provocando certa inquietação, que ninguém se arrisca a resolver. Um cenário insustentável, ainda mais porque envolve dois aspectos importantíssimos da Educação Infantil: cuidados com os pequenos e a promoção da autonomia. Confira a seguir as recomendações de especialistas para as dúvidas mais comuns.

1. Para que serve a chupeta?
Ela é uma fonte de relaxamento para os bebês (não é à toa que um dos sinônimos é consolador e o termo em inglês é pacifier, que significa "pacificador"). Segundo explicação do pediatra José Martins Filho no livro Lidando com Crianças, Conversando com os Pais, ela possibilita o movimento de sucção, um bom exercício para o desenvolvimento infantil, pois articula os músculos necessários à fala.

2. Seu uso pode ser permitido na creche?
Sim. "É errado os educadores proibirem que os pequenos chupem chupeta. Não há motivo para isso", explica Maria Paula Zurawski, professora do Instituto de Educação Superior Vera Cruz (ISE Vera Cruz) e assessora da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. O objeto desempenha um papel importante na adaptação dos pequenos quando eles começam a frequentar a creche porque é útil para preencher a falta dos pais, funcionando como uma lembrança do ambiente de casa enquanto o vínculo com o educador e com as outras crianças não for estabelecido plenamente.

3. Na hora de dormir, ela pode ser permitida?
Sim, a chupeta ajuda a embalar o descanso dos bebês. Apesar disso, existem outros momentos em que ela não deve ser liberada: durante as atividades e as refeições, já que, além de atrapalhar o desenvolvimento da dicção, pode estimular o comportamento introspectivo, prejudicando a socialização.

4. É papel do educador ajudar as crianças a largar a chupeta?
Sim, mas não há um método para isso. A função do professor é promover a autonomia delas - o abandono do objeto é uma consequência. Cabe ao adulto ainda desenvolver uma relação de confiança com os pequenos para que eles se sintam cada vez mais seguros na creche. Por isso, é importante ter em mente que chupar chupeta é um hábito que deve ser tolerado, mas não incentivado. Para explorar a responsabilidade e a independência de cada um, proponha que, quando forem vetadas, elas sejam guardadas em potes individuais, junto aos demais materiais de uso pessoal. Um alerta: não perca tempo explicando para as crianças os problemas que ela pode acarretar, como dificultar a fala e atrapalhar o crescimento da dentição, na tentativa de fazer com que a larguem. "Até os 3 anos, a relação entre causa e consequência ainda não é bem compreendida", explica Cisele Ortiz, psicóloga e coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá, em São Paulo.

5. Até que idade os pequenos podem usar a chupeta?
Não existe um limite fixo. O bom senso deve prevalecer, afinal, ela é um material de apego, tal como um cobertor ou um brinquedo qualquer que os pequenos costumam adotar para ter por perto durante um tempo. Com um bom trabalho de promoção de autonomia, feito pelos educadores em parceria com a família, é possível ajudá-los a chegar à pré-escola livres dela (leia o plano de trabalho). "Eles gostam de mostrar aos adultos que estão crescendo e, por isso, acabam abandonando a chupeta facilmente quando incentivados", esclarece Adriana Ortigosa, coordenadora da EM Noel Rosa, em Guarulhos, na grande São Paulo.

                              Fotos: Fernanda Preto

COM OU SEM CHUPETA? Na hora do sono, ela pode ser permitida, mas, durante as refeições e as atividades, não
6. Quais os efeitos positivos e negativos do objeto?
"Ele é danoso se der origem a uma relação de dependência duradoura", fala Ana Paula Yazbek, formadora de professores do Centro de Estudos da Escola da Vila, em São Paulo. Por isso, quando a choradeira tomar conta do ambiente, contenha o ímpeto de silenciar a turma oferecendo a chupeta: busque o que está causando o desconforto. "Conversar em vez de dá-la é uma forma de não comprometer o desenvolvimento da capacidade nos pequenos de expressar sentimentos oralmente", diz Maria Paula.

7. O uso deve ser combinado com a família?
Sempre. Se os pais insistirem para que o filho não use a chupeta na creche, explique que se trata de um apego passageiro, porém muito valioso para ele. "Deixe claro que o objeto não prejudica o aprendizado dele em nada. Mas, se ainda assim eles não concordarem com a liberação, diga que é importante permitirem que a criança tenha outro objeto de apego caso ela demonstre essa necessidade.

Reportagem sugerida por 1 leitora: Edna Nery Borbely, São Paulo, S

Após a leitura dessa reportagem, vimos que na educação infantil a comunicação do professor e os pais é um dos pontos importantes, pois a criança está passando da fase de ficar em casa ,para a fase de freqüentar a creche.Essa mudança para a criança é muito difícil e para servir de consolo a criança utiliza no caso da reportagem a chupeta,um objeto que vai tranquilizá-la.

Como na reportagem mesmo diz, o educador não pode impor a criança de largar a chupeta.Vimos na disciplina Práticas na primeira infância(0a 3 anos) que o educador deve:
·         Integrar o cuidar ao educar.
·         Ampliar os conhecimentos a relacionados à saúde da criança.
·         Planejar e organizar ações do cuidar e educar no cotidiano infantil.

 Estudamos também as necessidades da criança na primeira infância que são: sociais que pode ser citado as relações entre as pessoas , econômicas que são os recursos e  atendimento às necessidades básicas, educativas que se refere a aprendizagem e construção do conhecimento e afetivas que onde a criança precisa se sentir aceita, desejada e amada.
 O educador deve está sempre presente para garantir a segurança das crianças, desde  o momento de entrada, momento de sono,  até o momento de entrega aos pais.

Educar na instituição de educação infantil é criar condições para que a criança se aproprie do conhecimento significativo e das formas de agir presentes em seu meio social.



Reportagem: Como trabalhar com projetos didáticos na alfabetização ( maio/2010)

Língua Portuguesa

Alfabetização inicialPrática pedagógicaEscrita pelo aluno
Edição 232 | Maio 2010 | Título original: Resultado real

Como trabalhar com projetos didáticos na alfabetização

Para ensinar a ler e escrever, é preciso elaborar projetos didáticos que realmente estimulem os alunos a refletir sobre a escrita e a leitura

Beatriz Santomauro (bsantomauro@abril.com.br), de Itápolis, SP

                                   Foto: Marcos Rosa


PENSAR E FAZER As crianças da EE Professor João Caetano da Rocha testam hipóteses de escrita.
Fotos: Marcos Rosa
Mais sobre Alfabetização
Produtos finais belíssimos necessariamente não sinalizam projetos escolares bem-sucedidos. Mais do que ficar contentes e orgulhosas do que fizeram, as crianças têm de alcançar os objetivos traçados pelo educador. Ele, por sua vez, tem de saber defini-los com clareza, priorizando a aprendizagem de todos e não só uma boa apresentação para a família e a comunidade.

Nas turmas de alfabetização, uma das prioridades é ensinar a ler e escrever convencionalmente e de modo relacionado às práticas sociais, certo? Então, o foco principal de qualquer projeto precisa ser, obrigatoriamente, a análise e a reflexão sobre o sistema de escrita e a aquisição da linguagem usada para escrever. Aliás, trabalhar seguindo os parâmetros dessa modalidade organizativa contribui e muito para que a turma avance. Isso porque, ao definir um tema, o professor assegura o contato dos alunos com determinado grupo de palavras por um tempo. Isso permite criar a familiaridade com os termos e explorá-los bastante com o objetivo de construir novos saberes. Quanto maior a proximidade do estudante com o campo semântico trabalhado e a quantidade de informações adquiridas no contato com outras palavras, mais claras serão as chances de ele analisar as palavras e antecipar o que está escrito. No caso de um projeto sobre princesas, por exemplo, há a certeza de que vocábulos desse universo - como princesa, bruxa e castelo - serão recorrentes, assim como o gênero que costuma ser usado para apresentá-lo: o conto. Além do mais, articular propostas de leitura e escrita em um projeto cria muitas oportunidades para o grupo se vincular de maneira pessoal e compartilhada com fontes informativas.

O tema do projeto elaborado por Milca dos Santos, educadora da EE Professor João Caetano da Rocha, em Itápolis, a 365 quilômetros de São Paulo, foram receitas tradicionais de Festas Juninas. A atenção dela não estava focada em finalizar o livro com ingredientes e instruções para preparar quitutes de época. O objetivo era fazer com que os alunos do 2º ano aprendessem muito durante o percurso, avançando cada vez mais em direção à escrita alfabética, tomando como apoio e referência as palavras próprias daquele assunto e a organização do gênero receita. Essa clareza lhe rendeu o título de Educador Nota 10 do Prêmio Victor Civita em 2009. "Milca soube organizar uma rotina que contemplasse o projeto sem deixar que as etapas de leitura e produção de texto passassem longe das situações de reflexão do sistema de escrita", explica Débora Rana, selecionadora do prêmio e formadora do Instituto Avisa Lá, na capital paulista.


Estudamos na disciplina: Correntes Pedagógicas da Educação Infantil que a elaboração de um projeto de trabalho parte da observação atenta do grupo. Suas preferências em brincadeiras, conversas, seus interesses por personagens de contos de fadas, gibis,desenhos, entre outras histórias. Talvez essa observação seja a maior dificuldade no desenvolvimento dos projetos, porque a rotina e o desgaste do cotidiano muitas vezes fazem com o que o professor perca o olhar e a escuta sensíveis para  as necessidades do grupo e passe a responder automaticamente aos questionamentos da criança.

Mas não basta colocarmos essas observações no papel. A maneira como o planejamento é registrado não garante a intencionalidade no trabalho pedagógico. Cada item do planejamento deve ser analisado para que todos se relacionem com coerência e tenham significado para a criança.

Reportagem: Hora do recreio:as lições do intervalo” ( Fevereiro/ março 2010)

Edição 006 | Fevereiro/Março 2010

Hora do recreio: as lições do intervalo

Um olhar atento sobre o recreio leva a reflexões sobre as relações que se desenvolvem na escola

Catarina Iavelberg (gestao@atleitor.com.br)

                      Menezes

"A convivência entre crianças e jovens durante o tempo livre configura um bom termômetro do clima escolar."
Foto: Marina Piedade
O intervalo entre as aulas representa um aspecto especial na rotina escolar. Muitas vezes, trata-se do único momento em que os alunos podem fazer opções: com quem conversar, de quem se aproximar, onde e como brincar. É o espaço-tempo que os convida a explorar diferentes percursos e aprender algo mais sobre relações grupais. Não é à toa que, para boa parte dos estudantes, o recreio é a hora mais esperada. Quem não se lembra das brincadeiras no pátio? Também são inesquecíveis os intervalos perdidos dentro da sala de aula, como castigo. Enfim, muitas experiências significativas se constroem ou se intensificam nesse período de 20, 30 minutos.

A convivência entre as crianças e os jovens durante esse tempo livre é um bom termômetro do clima escolar: um cenário de alunos explorando diferentes espaços e atividades revela-se muito distinto daquele com estudantes isolados ou que agem com violência. Há instituições que, para evitar o caos, desenvolvem estratégias de controle: aumento da fiscalização dos inspetores, atividades monitoradas e restrição dos locais de circulação. Embora essas práticas ajudem a conter distúrbios, elas não educam os alunos para lidar com as tensões cotidianas.

Se entendermos a escola como um lugar de socialização, devemos ensinar as crianças e os jovens a lidar com os desentendimentos sem jamais negar a existência deles. Afinal, o conflito é inerente às relações humanas. Evidentemente essa é uma escolha que precisa estar explicitada no projeto político pedagógico da instituição. É possível refletir sobre o tema em assembleias, conselhos de classe e no próprio grêmio estudantil e, com isso, ajudar os alunos a compreender a natureza dos problemas coletivos e a propor soluções para enfrentá-los.

Há casos de escolas que incentivam alguns alunos a se tornarem mediadores de conflitos para atuar no intervalo. Nesses casos, quem assume essa função tem clareza de que não é inspetor ou vigilante e deve ser capaz de avaliar se tem condições de resolver determinado problema ou se deve recorrer a um adulto.

Um olhar atento sobre as relações que se apresentam no recreio ajuda o orientador educacional a entender os problemas que emergem do grupo. Muitas vezes, é só no pátio que se percebe a atuação de um líder ou o isolamento de um aluno. A investigação das áreas ocupadas e das vazias também traz informações importantes. Por exemplo: quais investimentos e intervenções são necessários para vitalizar o espaço físico da escola?

Cabe aos gestores definir e implantar estratégias formativas para que professores, inspetores e funcionários atuem de forma educativa nos recreios. Afinal, um tempo tão rico para o ensino e a aprendizagem merece muita atenção.


Achei muito interessante essa reportagem, pois sempre tentamos tratar a violência evitando contatos dos alunos agressivos com o restante dos alunos, nessa reportagem vimos que não devemos fazer dessa forma e sim mostrar para os alunos como devemos nos comportar, ou seja,socializar melhor.

Na disciplina Orientação Educacional  estudamos que no cotidiano escolar, o processo de comunicação pode encontrar barreiras que dificultarão ou até mesmo impossibilitarão que o processo seja concluído de modo exitoso, mas o orientador educacional tem como função fazer o elo, a ligação entre a escola e a comunidade discente,alunos e professores, alunos e alunos. È essencial ouvir um ao outro e identificar seus valores, suas expectativas em relação a vida.

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Entre os Muros da Escola - Filme

                       “ Entre os Muros da Escola ”
             


 François Marin (François Bégaudeau) trabalha como professor de língua francesa em uma escola de ensino médio, localizada na periferia de Paris. Ele e seus colegas de ensino buscam apoio mútuo na difícil tarefa de fazer com que os alunos aprendam algo ao longo do ano letivo. François busca estimular seus alunos, mas o descaso e a falta de educação são grandes complicadores.                                 
É por essa razão que o personagem do professor François fascina, simplesmente por ser um ser humano: ele é o "herói" que tenta salvar aquela turma do caos, mas não é isento de falhas e também se converte em "vilão" ao quebrar a linha de conduta com os alunos em pelo menos dois momentos. Contudo, seu método de aprendizagem não deixa de ser admirável: estimular o conhecimento do aluno, e não apenas passar a lição de casa, dar ou tirar pontos e esperar o sinal tocar. E o que revela a fragilidade por trás da postura agressiva de alguns daqueles jovens (claramente um mecanismo de defesa) são os momentos em que François tenta valorizar um trabalho bem feito, mas os próprios alunos parecem não ter auto-estima para se valorizarem.

O que importa para François e para o filme é como as vidas daqueles adolescentes convergem para a sala de aula, como suas experiências implicam em seu aprendizado. É o que o professor busca trabalhar com a tarefa do autorretrato - por sinal, algo que o próprio Cantet acaba fazendo em relação ao ambiente estudantil na França e que, sem dúvidas, encontra ecos do outro lado do Atlântico.
 Ao assistir a esse  filme lembrei muito o que foi estudado em Psicologia Construtivista Sócio- Interacional, onde Wallon cita no  estágio do desenvolvimento, a crise pubertária onde rompe a tranqüilidade da fase anterior,e entra na fase onde há modificações hormonais e corporais que levam às crises morais e existenciais.
Na puberdade e adolescência ocorre o conflito eu-outro (do personalismo) agora mais cognitivo do que emocional. Há a exploração de si mesmo com uma identidade autônoma, mediante atividades de confronto, autoafirmação, questionamentos.





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Os acorrentados - Filme

                    “Os Acorrentados”

                            

Produção que trata de um assunto polêmico: Ben, um professor batalhador de 30 anos de idade, está desesperadamente tentando colocar sua vida em ordem a fim de reconquistar sua ex-mulher. Após um período de muita luta e frustração, um velho amigo lhe consegue um emprego de professor na penitenciária Riker Island. Enquanto isso, Gabriel, um traficante de drogas de 17 anos, é preso e levado para a mesma prisão. Ben está tendo problemas de participação no seu programa de educação e recebe um ultimato de que ele precisa conseguir mais alunos ou o programa será ser cancelado. As vidas de Gabriel e Ben se cruzam quando o professor decide se aproximar mais dos alunos através da criação de poesias na forma de rap. Embora Gabriel esteja sempre metido em confusão com outros presos da cadeia, ele supera as expectativas na poesia e Ben o inscreve em um concurso de poesia fora da cadeia. Quando tudo parece estar melhorando, Ben volta a ter problemas após acidentalmente atropelar uma policial feminina e, por causa disso, é avisado que será dispensado o mais rápido possível. Uma rebelião explode em Riker e Ben é esfaqueado ao tentar acabar com a violência. Após sua morte, ele se torna um mártir e um julgamento é realizado para determinar se a escola criada por ele deve permanecer aberta.
Esse filme relata um pouco de nossa realidade, onde  pré adolescentes e adolescentes, entram para o mundo do crime sem se importar com o dia de amanhã.
Analisei nesse filme como seria um trabalho de um Orientador Educacional, em uma escola localizada dentro de uma penitenciaria.
Estudando  Orientação Educacional: Mediação Escolar, Trabalho e Lazer, aprendi que um O.E. precisa antes de qualquer atitude que tomar:
Ø  ouvir o alunado,
Ø   identificar seus valores e expectativas em relação a vida,
 Em seguida deve :
Ø  Manter contato contínuo de natureza informal com os alunos,
Ø  Auxiliar o professor a procurar formas de estabelecer vínculos de confiança e afetividade com seus alunos,
Ø  Motivar condutas de diálogo e reflexão sobre trabalho educativo e as relações interpessoais.
   A Orientação Educacional deve ser uma ação comprometida com o alunado, a ponto de fazer com que esse aluno conheça seu próprio desenvolvimento, suas atitudes, seus interesses, suas aptidões, seu amadurecimento físico, sexual, mental, social, seus desejos e expectativas pessoais e sociais, rumo às escolhas que favoreçam a qualidade de vida. 

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A Babá Encantada - Filme

Relatório do filme realizado para atividades complementares de Pedagogia.

              “A Babá Encantada”

                 

Cedric Brown tem 7 filhos: Simon, Tora, Eric, Lily, Christianna  e a bebê Aggy, que podem ser consideradas as crianças mais malcriadas do planeta. A mãe deles morreu há um ano e a tia Adelaide, que ajuda Cedric complementando seu salário na funerária em que trabalha, ameaça cortar a pensão caso ele não se case dentro de um mês. Cedric não quer contar a verdade aos filhos, pois teme que caso se afunde em dívidas perca a guarda deles e não quer deixá-los preocupados. Porém, quando eles descobrem que em breve terão uma madrasta, pioram ainda mais de comportamento como protesto por achar que o pai não gosta mais deles. Após forçarem o pedido de demissão da 17ª babá, Cedric mais uma vez ouve a sugestão de que contrate a babá McPhee. O problema é que ele não tem a menor idéia de como encontrá-la. Até que, numa noite qualquer, ela de repente surge à porta da casa. Após aceitar o emprego, a babá McPhee fica decidida a pôr os garotos na linha, fazendo com que eles provem um pouco do seu próprio remédio.
 O interessante era o modo de trabalho que ela tinha: “Quando  precisam de mim, mas não me querem, então fico, quando  me querem, mas não precisam mais de mim  então eu vou embora”
 Achei o filme muito bom e dentro do que estudamos até aqui vi que tenho como comparar essa babá como uma orientadora educacional.
 O Orientador Educacional em primeiro lugar precisa observar o ambiente, conhecer, perceber necessidades e relações estabelecidas, colher dados e informações para uma possível intervenção.
O Orientador Educacional precisa escutar, olhar, observar, analisar e registrar.
O Orientador Educacional tem como objetivo melhorar as relações entre alunos, alunos e professores e também da classe com o grupo.
E foi isso que a babá Mc Phee fez, melhorou a relação entre os filhos, os filhos e o pai, e também a sociedade com as crianças, pois as mesmas já tinham a fama de mau-educadas.
Como um Orientador Educacional, babá Mc Phee, estabeleceu seu plano de ação que eram:
1º Deitarem quando mandados,           2º Levantarem quando mandados,
3º Vestirem-se quando mandados,       4º Dizerem: por favor e obrigado.

Dentro desse plano de ação que a babá estipulou, eram trabalhados vários pontos, onde ao final as crianças estavam adoráveis e gentis.

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Escola e Desenvolvimento de Talentos: Caminho para Redução da Violência. (Palestrante Erika Landau)

Amigos e Seguidores do Blog Educar é Viver, esse material foi feito para a graduação de Pedagogia, para as atividades complementares, como são assuntos interessantes decidi postar para vocês.

                                   

Nessa palestra Erika Landau nos mostra que o comportamento agressivo pode ser visto numa reação, não somente a frustração,  mas com relação a problemas que desafia a personalidade.
 Duas abordagens  feitas na literatura sobre a violência:
ü  O comportamento de um organismo não agressivo, a ação de um animal ou ser humano num dado momento, depende de como ele foi estimulado.
Essa ideia serve para estudos de psicólogos de que o comportamento agressivo é aprendido.
ü  A agressão é um instinto específico filogenético inato, que condiciona e permite a aprendizagem e que faz qualquer relacionamento possível.

O objetivo da agressão não é o comportamento agressivo como tal, mas a superação de obstáculos para a realização de uma motivação e potenciação.
 A frustração e o fracasso pode ser um início de uma nova criatividade, se não levarmos a frustração e fracasso tão a sério.

Como uma agressão se desenvolve numa criança?
 Nós nascemos com agressão, o primeiro grito de um bebê é agressivo, a primeira respiração de um bebê é agressiva, a primeira comunicação é agressiva,é através do choro que o bebê comunica ,sua fome,seu desconforto, ou que alguma coisa doi.
Com o tempo a criança aprende meios menos agressivos de comunicação.
Nós nos separamos, do seio da mãe, da infância, da escola, dos pais ,da falta de preocupação de solteiro quando nos casamos, da falta de responsabilidade até que as crianças cheguem, das crianças quando devem sair de casa, da alto imagem da pessoa útil e trabalhadora de quando nos aposentamos, da força e da saúde quando a idade se aproxima, e da vida quando enfrentamos a morte.
Tudo isso cria agressão, e aí está a importância da criatividade, porque a personalidade criativa pode deixar ir, pode aceitar riscos, tolerar a incerteza, e pode criar novos caminhos e hábitos desde a ansiedade.
As crianças têm a motivação de criar o novo e possuem o poder da imaginação que ajuda a combater os medos através de modelos de adultos. Ex: Bons pais, boas mães.
Agressão e sentimento de culpa são fortalecidos. A criança sente que tem que ser boa, para ser amada pelos pais, ou má para ser notada.
A agressão é sentida nos dois casos e acriança pode expressar contra ela mesma ou contra o ambiente.
A agressão aparece frequentemente para não deixar o desamparo aparecer.
Ema de suas instituições Erika observou dois grupos.
O 1º grupo:
As crianças com movimentos agressivos mexem em tudo, olham para tudo ,possui uma curiosidade muito grande, querem saber o que é tudo, em qualquer pergunta o seu tom de voz e desafiativo e provocador.
O 2º grupo:
As crianças eram comportadas e quietinhas, elas emitiam respostas certas,tinha diferença na sua maneira de ser,buscavam a perfeição em tudo que fizessem, exibiam um bom rendimento escolar, no entanto nunca estavam satisfeitas com o que faziam .
O 3º grupo:
As crianças eram crianças indiferentes, que não se importavam com nada.
O 4º grupo:
As crianças não cooperavam de jeito nenhum, brigavam com todos ,com Erika, com os pais, com os professores, com o ambiente todo, perturbavam a aula,não tinha envolvimento com os outros e tinham poucos amigos, alguns se recusavam a ir a escola.
 O 4º grupo foi  feito um tratamento afetivo durante um ano, após esse tratamento os resultados foram positivos.

No resultado de todos os trabalhos realizados por Erika, vimos que a agressão é como um pêndulo que oscila da criatividade para a  violência.
 Todas as pessoas envolvidas com a educação principalmente os pais e professores,devem antes de tudo compreender o conceito de agressividade ao seu sentido mais amplo que vai da criatividade a violência.
Devemos saber como lidar com a agressividade dentro de nós, para sabermos como trabalhar com as crianças. O problema está em como aceitar a agressividade e reduzir suas formas destrutivas sem que seja desfeita a parte mais valiosa de sua natureza.
 Não sabemos o suficiente sobre a agressividade essa força da natureza humana que tanto pode contribuir a construção de um mundo mais bonito,ou destruir o único que possui.
 A criança precisa de referencia e limites e se aplica a pais,responsáveis e educadores igualmente.
 Se a criança aprende desde pequena que a regras e condições em cada interação, ela desenvolverá atitudes imaginativas e inventivas enquanto ela cresce.
O fato é que se a criança passar por isso, ela aprendera é seu destino está em suas próprias mãos, com a sua capacidade de tomar decisões e de assumir os riscos sabendo, que será de sua responsabilidade o que ela fizer.
 Dentro disso tudo Erika ainda deixa uma sugestão:
“ Aceite você do jeito que você é, pois o principal é ter a liberdade de escolher , se oferecer as escolhas e de saber que essas  escolhas vão construir um mundo pelo qual você é responsável”. 





Pedagogia do Amor:
 (Palestrante  Professor Gabriel Chalita)

                             

O professor Gabriel Chalita com sua belíssima palestra, nos mostrou que para educarmos com amor não precisamos “lamber” o outro, mas sim mostrar a ele o quanto ele é importante e capaz de aprender o que deseja.
O educador que leciona com amor ele promete um belo resultado, transformando crianças que talvez sem expectativa nenhuma se transforma numa grande pessoa com muitos sonhos.Agora se o educador leciona sem amor a profissão, infelizmente se encontra na profissão errada.
“Professor não terá problemas se ele for um referencial”
A pedagogia do amor não acontece somente em sala de aula, acontece na vida, nas ações interpessoais, quando percebemos como podemos aprende e também ensinar.
“O professor não deve ser um conselheiro, mas deve ter uma postura que faça que os alunos se espelhem nele...”
Ninguém é perfeito, temos sempre que nos preocupar em melhorarmos. O que podemos fazer para evoluir como professor?
O Professor deve ser humilde para poder enxergar onde errou para poder melhorar. Nós aprendemos com os erros, claro que não podem ser erros essenciais, e sim erros didáticos.
“Cuidado por onde andas que é sobre meus sonhos que caminhas”(Carlos Drummond )
Com essa palestra aumentei meus conhecimentos na relação professor- aluno, pois devemos ter sensibilidade para perceber o que o aluno está precisando ,o que ele espera do professor.Aquele aluno agressivo de repente está apenas querendo chamar sua atenção, pois ele precisa de atenção e carinho , coisa que ele não deve ter em seu lar. Podemos ser pessoas que fazem a diferença.
Educador tem que ser educado.Não podemos ser “enrolador”, mas dar valor aos sonhos do seu aluno.
O papel da escola não é mais de passar informação e sim de formar pessoas.
Hoje um pedagogo não  pode ser mais um burocrata  na educação, alguém que  sabe preencher um diário de classe, precisa ser um gestor social, tem que entender de liderança, de gestão de pessoas, de animação de comunidade,ser líder que faz participar,  que envolve, ter bom senso.Assim veremos um mundo melhor, onde fará a diferença.


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Alguns problemas com fração 4º e 5º ano



                                              


01 – Com 12 litros de leite. Quantas garrafas de 2/3 de litros poderão ser cheias ?

02 – Coriolano faz um cinto com 3/5 de um metro de couro. Quantos cintos poderão ser feitos com 18 metros de couro ?

03 – Qual é o número cujos 4/5 equivalem a 108 ?

04 – Distribuíram-se 3 1/2 quilogramas de bombons entre vários meninos. Cada um recebeu 1/4 de quilograma. Quantos eram os meninos ?

05 – Para ladrilhar 2/3 de um pátio empregaram-se 5 456 ladrilhos. Para ladrilhar 5/8 do mesmo pátio, quantos ladrilhos seriam necessários ?

06 – Dona Solange pagou R$ 5.960,00 por 4/7 de um terreno. Quanto pagaria por 4/5 desse terreno?

07 – Luciano fez uma viagem de 1.210 km, sendo 7/11 de aeroplano; 2/5 do resto, de trem, 3/8 do novo resto, de automóvel e os demais quilômetros, a cavalo. Calcular quantos quilômetros percorreu a cavalo ?

08 – A terça parte de um número adicionado a seus 3/5 é igual a 28. Calcule a metade desse número ?

09 – Carolina tinha R$ 175,00. Gastou 1/7 de 1/5 dessa importância. Quanto sobrou ?

10 – Que número é necessário somar a um e três quartos para se obter cinco e quatro sétimos ? 
11 – A soma de dois números é 850. Um vale 12/5 do outro. Quais são eles ?

12 – Se dos 2/3 de um número subtrairmos seus 3/7, ficaremos com 45. Qual é o número?

13 – A soma de três números é 30. O primeiro corresponde aos 2/3 do segundo e este, aos 3/5 do terceiro. Calcular o produto destes três números.

14 – Se 7/8 de um terreno valem R$ 21.000,00, qual é o valor de 5/48 do mesmo terreno?

15 – Qual é o número que se da metade subtrairmos 8 unidades ficaremos com 1/3 dele mesmo ?

16 – Da terça parte de um número subtraindo-se 12, fica-se com 1/6 do mesmo número. Que número é esse ?
17 – Qual é o número que retirando 48 unidades de sua metade, encontramos a sua oitava parte ?
18 – A diferença entre dois números é 90; um é 3/13 do outro. Calcular os números.

19 – A soma de dois números é 345; um é 12/11 do outro. Calcule-os.

20 – Seu Áureo tendo gasto 4/7 do dinheiro que possuía, ficou com 1/3 dessa quantia mais R$ 164,00. Quanto tinha o velho Áureo?

21 – Divida R$ 1590,00 em três partes de modo que a primeira seja 3/4 da segunda e esta 4/5 da terceira.

22 – Se eu tivesse apenas 1/5 do que tenho, mais R$ 25,00. teria R$ 58,00. Quanto tenho ?

23 – A nona parte do que tenho aumentada de R$ 17,00 é igual a R$ 32,50. Quanto possuo ?

24 – Zé Augusto despendeu o inverso de 8/3 de seu dinheiro e ficou com a metade mais R$ 4,30. Quanto possuía ?

25 – Repartir 153 cards em três montes de forma que o primeiro contenha 2/3 do segundo o qual deverá ter 3/4 do terceiro.

26 – Distribuir 3.717 tijolos por três depósitos de tal maneira que o primeiro tenha 3/4 do segundo e este 5/6 do terceiro.

27 – O diretor de um colégio quer distribuir os 105 alunos da 4ª série em três turmas de modo que a 1ª comporte a terça parte do efetivo; a 2ª, 6/5 da 1ª, menos 8 estudantes e a 3ª, 18/17 da 2ª. Quantos alunos haverá em cada turma ?

28 – Dividiu-se uma certa quantia entre três pessoas. A primeira recebeu 3/5 da quantia, menos R$ 100,00; a segunda, 1/4 , mais R$ 30,00 e a terceira, R$ 160,00. Qual era a 
quantia ?

29 – Um número é tal que, se de seus 2/3 subtrairmos 1.036, ficaremos com 4/9 do mesmo. Que número é esse?

30 – Das laranjas de uma caixa foram retirados 4/9, depois 3/5 do resto e ficaram 24 delas. Quantas eram as laranjas ?

31 – Marieta tinha R$ 240,00. Gastou um quinto dessa quantia, e, depois, a terça parte do resto. Com quanto ficou ?

32 – Repartir R$ 671,00 entre três pessoas de modo que a primeira seja contemplada com 2/5 do que receber a segunda e esta, 3/8 do receber a terceira.

33 – Dividir R$ 480,00 por três pessoas, de modo que as partes da primeira e da segunda sejam, respectivamente, 1/3 e 4/5 da parte a ser recebida pela terceira.

34 – Argemiro tinha R$ 375,00. Despendeu 2/5, menos R$ 6,00; depois a terça parte do resto, mais R$ 18,00. Quanto sobrou ?

35 – Um reservatório é alimentado por duas torneiras. A primeira pode enchê-lo em 15 horas e a segunda, em 12 horas. Que fração do reservatório encherão em uma hora, as duas juntas ?

36 – Uma torneira enche um reservatório em 2 horas e outra em 3 horas. Ambas, em que tempo enchê-lo-ão ?

37 – Uma torneira enche uma cisterna em 1/8 da hora e uma válvula o esvazia em 1/4 da hora. Abertas, em que tempo o reservatório ficará completamente cheio ?

38 – Uma torneira enche um depósito d’água em 1/14 da hora enquanto uma válvula pode esvaziá-lo em 1/9 da hora. Trabalhando juntas, em quanto tempo o líquido contido no depósito atingirá seus 5/6 ?

39 – Um reservatório é alimentado por duas torneiras. A primeira pode enchê-lo em 15 horas e a segunda, em 10 horas. A primeira é conservada aberta durante 2/3 da hora e a segunda durante 1/2 hora. Que fração do reservatório ficará cheia ?

40 – Claudia fez 2/9 de um trabalho em 12 horas e Mariana, 4/7 do resto em 8 horas. Quantas horas levarão para fazer a mesma obra, se trabalharem juntas ?

41 – Taninha fez 2/5 de um bordado em 8 horas e Clarisse, 1/3 do resto em 6 horas. Em quanto tempo poderão concluí-lo, se trabalharem juntas ?

42 – Vó Marieta é capaz de fazer um bordado em 16 horas e tia Celeste, 5/7 do resto em 15 horas. Em quanto tempo aprontarão o bordado todo, se operarem juntas ?

43 – Roberval, um investidor no mercado de capitais, perdeu a quarta parte de um capital. Em outros negócios, ganhou o quíntuplo de R$ 30.000,00. Sendo a fortuna atual o dobro do capital inicial. Que capital era esse?

44 – Um quitandeiro vendeu ao primeiro freguês 3/5 das melancias que tinha mais quatro, e ao segundo, 1/3, também do total. Tendo o primeiro ficado com mais duas dúzias de melancias do que o outro, pergunta-se quantas melancias o comerciante possuía e com quantas ficou ?

45 – Andréa tem 2/9 do dinheiro necessário para comprar um apartamento, e seu marido, 3/11 dessa quantia. Se a essa importância o casal adicionar R$ 3.500,00 poderão comprar a casa própria. Qual é o preço do imóvel? Quanto tem cada um deles?

46 – Uma torneira enche um reservatório em 6 horas e outra, em 2 horas. Ambas, funcionando conjuntamente, em que tempo encherão o reservatório?

47 – Uma torneira enche um tanque em duas horas e outra o esvazia em dez horas. O tanque estando vazio e abrindo-se as duas torneiras, em que tempo ficará ele completamente cheio ?

48 – Silvana executa um bordado em nove horas de trabalho e Fernanda, em doze horas. Com auxílio de Eliane, aprontam-no em quatro horas. Calcular o tempo em que Eliane faria o mesmo bordado sozinha.

49 – Alfredo pode pintar uma casa em sete horas de trabalho e seu irmão, em cinco horas. Juntos, que fração do trabalho executarão em uma hora ? Em quanto tempo farão todo a pintura da casa ?

50 – Um trem partiu do Rio com um certo número de passageiros. Na primeira parada, saltaram 3/7 dos passageiros e na quarta entraram 40 pessoas. Em outras estações saltaram 5/8 dos passageiros restantes. O trem chegou à estação final com 36 passageiros. Com quantos passageiros o trem partiu do Rio ?

51 – Um número vale 8/5 de um segundo ou 2/3 de um terceiro. Calcular os três números sabendo que sua soma é igual a 500.


52 – Cuidadosamente, Severina, a empregada dos “Cavalcante” arruma uma bela cesta de maçãs. O patriarca ao ver as maçãs toma para si 1/6 das frutas, sua esposa pega 1/5 das restantes, o filho mais velho pega para si 1/4 do restante, o filho do meio e o mais novo pegam, respectivamente 1/3 e 1/2 dos restantes. Quando Severina chega e percebe o cesto praticamente vazio, fica magoada com a gulodice dos patrões e decide pegar para si as 3 frutas restantes. Quantas eram as maçãs arrumadas originalmente por Severina ?




Fonte: Blog Cantinho das Atividades Escolares http://lbganbarros.blogspot.com/2009/09/problemas-com-fracoes.html

 
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