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Escola e Desenvolvimento de Talentos: Caminho para Redução da Violência. (Palestrante Erika Landau)

Amigos e Seguidores do Blog Educar é Viver, esse material foi feito para a graduação de Pedagogia, para as atividades complementares, como são assuntos interessantes decidi postar para vocês.

                                   

Nessa palestra Erika Landau nos mostra que o comportamento agressivo pode ser visto numa reação, não somente a frustração,  mas com relação a problemas que desafia a personalidade.
 Duas abordagens  feitas na literatura sobre a violência:
ü  O comportamento de um organismo não agressivo, a ação de um animal ou ser humano num dado momento, depende de como ele foi estimulado.
Essa ideia serve para estudos de psicólogos de que o comportamento agressivo é aprendido.
ü  A agressão é um instinto específico filogenético inato, que condiciona e permite a aprendizagem e que faz qualquer relacionamento possível.

O objetivo da agressão não é o comportamento agressivo como tal, mas a superação de obstáculos para a realização de uma motivação e potenciação.
 A frustração e o fracasso pode ser um início de uma nova criatividade, se não levarmos a frustração e fracasso tão a sério.

Como uma agressão se desenvolve numa criança?
 Nós nascemos com agressão, o primeiro grito de um bebê é agressivo, a primeira respiração de um bebê é agressiva, a primeira comunicação é agressiva,é através do choro que o bebê comunica ,sua fome,seu desconforto, ou que alguma coisa doi.
Com o tempo a criança aprende meios menos agressivos de comunicação.
Nós nos separamos, do seio da mãe, da infância, da escola, dos pais ,da falta de preocupação de solteiro quando nos casamos, da falta de responsabilidade até que as crianças cheguem, das crianças quando devem sair de casa, da alto imagem da pessoa útil e trabalhadora de quando nos aposentamos, da força e da saúde quando a idade se aproxima, e da vida quando enfrentamos a morte.
Tudo isso cria agressão, e aí está a importância da criatividade, porque a personalidade criativa pode deixar ir, pode aceitar riscos, tolerar a incerteza, e pode criar novos caminhos e hábitos desde a ansiedade.
As crianças têm a motivação de criar o novo e possuem o poder da imaginação que ajuda a combater os medos através de modelos de adultos. Ex: Bons pais, boas mães.
Agressão e sentimento de culpa são fortalecidos. A criança sente que tem que ser boa, para ser amada pelos pais, ou má para ser notada.
A agressão é sentida nos dois casos e acriança pode expressar contra ela mesma ou contra o ambiente.
A agressão aparece frequentemente para não deixar o desamparo aparecer.
Ema de suas instituições Erika observou dois grupos.
O 1º grupo:
As crianças com movimentos agressivos mexem em tudo, olham para tudo ,possui uma curiosidade muito grande, querem saber o que é tudo, em qualquer pergunta o seu tom de voz e desafiativo e provocador.
O 2º grupo:
As crianças eram comportadas e quietinhas, elas emitiam respostas certas,tinha diferença na sua maneira de ser,buscavam a perfeição em tudo que fizessem, exibiam um bom rendimento escolar, no entanto nunca estavam satisfeitas com o que faziam .
O 3º grupo:
As crianças eram crianças indiferentes, que não se importavam com nada.
O 4º grupo:
As crianças não cooperavam de jeito nenhum, brigavam com todos ,com Erika, com os pais, com os professores, com o ambiente todo, perturbavam a aula,não tinha envolvimento com os outros e tinham poucos amigos, alguns se recusavam a ir a escola.
 O 4º grupo foi  feito um tratamento afetivo durante um ano, após esse tratamento os resultados foram positivos.

No resultado de todos os trabalhos realizados por Erika, vimos que a agressão é como um pêndulo que oscila da criatividade para a  violência.
 Todas as pessoas envolvidas com a educação principalmente os pais e professores,devem antes de tudo compreender o conceito de agressividade ao seu sentido mais amplo que vai da criatividade a violência.
Devemos saber como lidar com a agressividade dentro de nós, para sabermos como trabalhar com as crianças. O problema está em como aceitar a agressividade e reduzir suas formas destrutivas sem que seja desfeita a parte mais valiosa de sua natureza.
 Não sabemos o suficiente sobre a agressividade essa força da natureza humana que tanto pode contribuir a construção de um mundo mais bonito,ou destruir o único que possui.
 A criança precisa de referencia e limites e se aplica a pais,responsáveis e educadores igualmente.
 Se a criança aprende desde pequena que a regras e condições em cada interação, ela desenvolverá atitudes imaginativas e inventivas enquanto ela cresce.
O fato é que se a criança passar por isso, ela aprendera é seu destino está em suas próprias mãos, com a sua capacidade de tomar decisões e de assumir os riscos sabendo, que será de sua responsabilidade o que ela fizer.
 Dentro disso tudo Erika ainda deixa uma sugestão:
“ Aceite você do jeito que você é, pois o principal é ter a liberdade de escolher , se oferecer as escolhas e de saber que essas  escolhas vão construir um mundo pelo qual você é responsável”. 





Pedagogia do Amor:
 (Palestrante  Professor Gabriel Chalita)

                             

O professor Gabriel Chalita com sua belíssima palestra, nos mostrou que para educarmos com amor não precisamos “lamber” o outro, mas sim mostrar a ele o quanto ele é importante e capaz de aprender o que deseja.
O educador que leciona com amor ele promete um belo resultado, transformando crianças que talvez sem expectativa nenhuma se transforma numa grande pessoa com muitos sonhos.Agora se o educador leciona sem amor a profissão, infelizmente se encontra na profissão errada.
“Professor não terá problemas se ele for um referencial”
A pedagogia do amor não acontece somente em sala de aula, acontece na vida, nas ações interpessoais, quando percebemos como podemos aprende e também ensinar.
“O professor não deve ser um conselheiro, mas deve ter uma postura que faça que os alunos se espelhem nele...”
Ninguém é perfeito, temos sempre que nos preocupar em melhorarmos. O que podemos fazer para evoluir como professor?
O Professor deve ser humilde para poder enxergar onde errou para poder melhorar. Nós aprendemos com os erros, claro que não podem ser erros essenciais, e sim erros didáticos.
“Cuidado por onde andas que é sobre meus sonhos que caminhas”(Carlos Drummond )
Com essa palestra aumentei meus conhecimentos na relação professor- aluno, pois devemos ter sensibilidade para perceber o que o aluno está precisando ,o que ele espera do professor.Aquele aluno agressivo de repente está apenas querendo chamar sua atenção, pois ele precisa de atenção e carinho , coisa que ele não deve ter em seu lar. Podemos ser pessoas que fazem a diferença.
Educador tem que ser educado.Não podemos ser “enrolador”, mas dar valor aos sonhos do seu aluno.
O papel da escola não é mais de passar informação e sim de formar pessoas.
Hoje um pedagogo não  pode ser mais um burocrata  na educação, alguém que  sabe preencher um diário de classe, precisa ser um gestor social, tem que entender de liderança, de gestão de pessoas, de animação de comunidade,ser líder que faz participar,  que envolve, ter bom senso.Assim veremos um mundo melhor, onde fará a diferença.


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