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Dando uma de artesã...Janela do tempo e calendário em EVA

     Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, amigas professoras vieram solicitar que eu ajudasse na confecção da janela do tempo e calendário. Não sou nenhuma profissional como muitas amigas blogueiras que conheço,mas o que vcs acharam???













                 Os números,meses e ano do calendário a própria professora confeccionará.
                  O que acharam????  Mil bjs

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A IMPORTÂNCIA DO JOGO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

    Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, trago mais um assunto importante para esclarecimento de todos. 













Alícia Fernández lembra que "aprender é quase tão lindo como brincar" e que aprender e brincar ocupam o mesmo espaço transicional no qual razão e emoção, objetividade e subjetividade se encontram. Para jogar o homem precisa exercitar uma lógica e uma ética, pois não basta apenas jogar bem para ganhar, mas é preciso ganhar com dignidade. Por isso, o jogo é um material por excelência da intervenção psicopedagógica, na medida em que possibilita o exercício destas lógicas racionais e afetivas necessárias para a ressignificação dos aspectos patológicos relacionados com a aprendizagem humana.
Existe no jogo, contudo, algo mais importante do que a simples diversão e interação. Ele revela uma lógica diferente da racional. O jogo revela uma lógica da subjetividade, tão necessária para a estruturação da personalidade humana, quanto à lógica formal das estruturas cognitivas.
O jogo carrega em si um significado muito abrangente. Ele tem uma carga psicológica, porque é revelador da personalidade do jogador (a pessoa vai se conhecendo enquanto joga). Ele tem também uma carga antropológica porque faz parte da criação cultural de um povo (resgate e identificação com a cultura); é construtivo porque ele pressupõe uma ação do indivíduo sobre a realidade. É uma ação carregada de simbolismo, que dá sentido à própria ação, reforça a motivação e possibilita a criação de novas ações.
O psicopedagogo utiliza o jogo diferentemente dos demais profissionais, porque o vê como uma técnica que permite a articulação de aspectos objetivos e subjetivos, necessários para que a aprendizagem aconteça sem problemas. Na intervenção psicopedagógica o jogo pode ser utilizado em suas três formas, de acordo com a teoria de Piaget:
  • JOGOS DE EXERCÍCIO: 0 A 2 anos - período sensório-motor;
  • JOGOS SIMBÓLICOS: 2 A 7 anos - período pré-operatório;
  • JOGOS DE REGRAS: a partir do período operatório concreto;
Estas delimitações etárias estão, logicamente, sujeitas à alterações em função das diferenças individuais.
Jogos de Exercício
A principal característica da ação exercida pela criança no período sensório motor é a satisfação de suas necessidades. Pouco a pouco, porém, ela vai ampliando seus esquemas, adquirindo cada vez mais a possibilidade de garantir prazer por intermédio de suas ações. Passa a agir para conseguir prazer. O prazer é que traz significado para a ação. Piaget observou as condutas das crianças pequenas e delas depreendeu que havia um objetivo na repetição incessante das mesmas ações: divertir e servir como instrumento de realização de um prazer em fazer funcionar, exercitar estruturas já aprendidas. Este tipo de brincadeira dá à criança um sentimento de eficácia e poder.
O jogo de exercício é definido por ele com característico desta fase sensório-motora. Entretanto, o ser humano não deixa de jogá-lo só porque cresce e se torna adulto. A cada nova aprendizagem ele volta a utilizar jogos de exercícios, necessários à formação de esquemas de ação úteis ao seu desempenho, pois o jogo de exercício não objetiva a aprendizagem em si, mas a formação de esquemas de ação, de condutas, de automatismo. Por isso, jogá-lo só é necessário para este fim, pois fica cansativa e enfadonha a repetição de ações já interiorizadas.
Jogos Simbólicos
Este tipo de jogo predomina dos 2 aos 7 anos de idade, ou seja, no período pré-operatório de pensamento.
No jogo simbólico a criança já é capaz de encontrar o mesmo prazer que tinha anteriormente lidando agora com símbolos. É a época do "faz de conta", da representação, do teatro, das histórias, nas quais uma coisa simboliza outra: um pedaço de pau "vira" cavalo; vestir uma capa transforma em super-homem; representar o papel de mãe ao brincar de bonecas, dentre outros exemplos.
Os jogos simbólicos têm as seguintes características:
  • Liberdade total de regras (a não ser aquelas criadas pela própria criança);
  • Desenvolvimento da imaginação e da fantasia;
  • Ausência de objetivo ( brincar pelo prazer de brincar);
  • Ausência de uma lógica da realidade;
  • Assimilação da realidade ao "eu" (a criança adapta a realidade a seus desejos. EX: se presencia uma briga entre os pais, vai brincar de casinha e resolve o conflito por meio dos bonecos.
A criança é capaz deste jogo porque já estruturou sua função simbólica, ou seja, já produz imagens mentais, já domina a linguagem falada, que lhe possibilita usar símbolos para substituir os objetos. Quando joga jogos simbólicos ela tem a possibilidade de vivenciar aspectos da realidade muitas vezes difíceis de elaborar : a vinda de um irmãozinho, a perda de um genitor, a mudança da escola...Pode lidar com as situações desejantes ( ser um super-homem), penosas ( separação dos pais ), com situações do passado, enfrentar problemas do presente e antecipar conseqüências de ações no futuro.
Ela pode fazer tudo isso, sem riscos, porque nada é real, tudo é fictício. O adulto que observa e interage com a criança no jogo simbólico pode perceber como ela está elaborando sua visão de mundo, como lida com seus problemas, quais são seus sonhos ou suas preocupações. Por isso, o jogo simbólico é tão importante na intervenção psicopedagógica dirigida para as dificuldades de aprendizagem.
Como o período pré-operatório se estende dos 2 aos 7 anos, tendo portanto, uma duração mais longa, verificamos que o jogo simbólico sofre modificações á proporção que a criança vai progredindo em seu desenvolvimento, rumo à intuição e à operação.
Jogo de regras
Os jogos de regras são o coroamento da experimentação da criança com as transformações a que ela chegou quando atingiu a reversibilidade de pensamento operatório concreto. Neles existe o prazer do exercício, o lúdico do simbolismo, a alegria do domínio de categorias espaciais e temporais, os limites que as regras determinam a socialização de condutas que caracteriza a vida adulta.
Os jogos de regras são segundo Piaget, "a atividade lúdica do ser socializado".
Um jogo de regras pressupõe uma situação problema, uma competição por sua resolução e uma premiação advinda desta resolução. As regras orientam as ações dos competidores, estabelecem seus limites de ação, dispõem sobre as penalidades e recompensas. Elas são as "leis" do jogo .
Ao jogar jogos de regras as crianças assimilam a necessidade de cumprimento das leis da sociedade e das leis morais da vida.
Para ser enquadrado como um jogo de regras são necessárias as seguintes características:
  • Que haja um objetivo claro a ser alcançado;
  • Que existam regras dispondo sobre este objetivo;
  • Que existam intenções opostas dos competidores;
  • Que haja a possibilidade de cada competidor levantar estratégias de ação;
Os jogos de regras são necessários para que as convenções sociais e os valores morais de uma cultura sejam transmitidos a seus membros.
As estratégias de ação, a tomada de decisão, a análise dos erros, lidar com perdas e ganhos, replanejar as jogadas em função dos movimentos do adversário, tudo isso é fundamental para o desenvolvimento do raciocínio, das estruturas cognitivas dos sujeitos. O jogo provoca um conflito interno, a necessidade de buscar uma saída, e desse conflito o pensamento sai enriquecido, reestruturado e apto a lidar com novas transformações.
 
Recorte de texto de Júlia Eugênia
Fonte do texto: http://psicopedagogajoselma.blogspot.com 

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A importância da garatuja

    Amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, ao visitar o blog da minha amiga Silvana Lima (Psicopedagoga), encontrei essa postagem, achei muito interessante.
    Leiam e depois façam uma visitinha no blog da Silvana, lá vocês encontraram muitas coisas interessantes.http://silvanapsicopedagoga.blogspot.com

Rabiscos de criança são expressões da curiosidade, são tentativas e descobertas. Você não vai querer reprimir essa força criativa, certo?


É experimentando traços aparentemente sem nexo – as chamadas garatujas – que as crianças pequenas desenham na tentativa de representar o que interpretam do mundo à sua volta. Nos primeiros anos de escolaridade, é particularmente importante explorar sem amarras esse tipo de produção. Muitas vezes, porém, os rabiscos não recebem a devida atenção dos professores. Há certa ansiedade em direcionar o traço dos pequenos.

“Esse cerco, ao contrário do que se imagina, fecha portas para o fazer artístico”, afirma Mirian Celeste Martins, professora do curso de pós-graduação em Educação, Arte e Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Muitas crianças chegam ao Ensino Fundamental com a expressividade bloqueada justamente por conta do direcionamento que tiveram na infância para atividades como reproduzir ou colorir desenhos prontos”, diz Mirian. Nesse caso, a atenção da criança se volta para a dúvida se o trabalho é reconhecível ou não, em vez de estar no desenho em si.


Cada rabisco, uma descoberta 

Desde a década de 1970, a pesquisadora americana Rhoda Kellog estuda os primeiros traços das crianças. Em suas pesquisas, ela observou e analisou quase 300 mil desenhos de crianças de todo o mundo e identificou padrões de estrutura, como rabiscos básicos e áreas de aplicação dos traços no papel (veja quadro abaixo).

Kellog mapeou 20 tipos de rabiscos de crianças de até dois anos de idade, produzidos de maneira bastante primitiva em variadas combinações. Um tempo adiante, essas linhas convergem para seis diagramas básicos: círculo ou oval, quadrado ou retângulo, triângulo, cruz ou X e formas irregulares. A eles, depois são agregados elementos como sóis, linhas radiais, perímetros e figuras humanas.

Embora apresentadas de maneira evolutiva, essas classificações não devem ser consideradas fases de desenvolvimento a ser perseguidas. “Elas são representações da ação da criança, de acordo com suas descobertas e com a interpretação que faz do mundo”, afirma a professora da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), Rosa Iavelberg.

Com muita sutileza, portanto, as garatujas revelam o olhar da criança. Observadores, os pequenos experimentam enquanto desenham e acabam estabelecendo relações que ficam na memória. Descobrem os resultados dos movimentos que fazem com o braço, buscam as possibilidades das formas – para depois dominá-las – e encontram os limites do papel. Assim, criam de forma autônoma. “É com a exploração desses rabiscos que a criança vai construir sua produção autoral”, acrescenta Rosa.

Além de ficar atento ao desenho das crianças, é importante criar um ambiente em que o desenho possa ser cultivado (Dois exemplos de atividades: Desenho na sombra e Criação com desafio). Quando possível, oferecer diversidade de materiais e suportes colabora para ampliar o repertório e estimula a viagem criativa da meninada. “A força que faz inventar os modos de desenhar, de jogar com a percepção, de brincar com linhas, formas e cores tem de ser potencializada pelo educador. Abrir esse espaço é mais do que simplesmente deixar fazer”, acrescenta Miriam. É preciso instigar a competência simbólica, provocar o aluno a ir além e não apenas ensinar a ele regras práticas da figuração. Com isso, foge-se do controle rígido da representação, que faz os pequenos reproduzir de forma sistemática os modelos estereotipados.
Fonte: Aprendiz para sempre;
            Blog da amiga Silvana Lima Psicopedagoga

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MONTESSORI E AS "CASAS DAS CRIANÇAS"

    Olá amigos e seguidores do Blog EDUCAR É VIVER, uma professora muito competente, entrou em contato comigo pedindo que eu postasse conteúdos sobre a teoria  Montessoriana. Espero que aproveitem o material.Mil bjs



 Maria Montessori era uma educadora italiana, nasceu em 1870 e morreu em 1952. Doutorou-se em medicina pela Universidade de Roma. Aos 25 anos começou a dedicar-se às crianças anormais(*), na clínica da universidade citada acima.
      Nessa época, Séguin era muito conhecido pelas suas idéias relacionadas ao tratamento e à educação dos anormais. Montessori tomou as idéias de Séguin como ponto de partida para o seu próprio trabalho. Fez viagens de estudo à França e a Inglaterra.
      Montessori mudou os rumos da educação tradicional, que dava maior privilégio à formação intelectual. Emprestou um sentido vivo e ativo à educação. Destacou-se pela criação de Casas de Crianças, instituições de educação e vida e não apenas lugares de instrução.
      Voltando para a Itália, passou a se dedicar à formação de professores para a educação de anormais. Ela observava muito e por isso descobria defeitos das escolas comuns e começou a experimentar em crianças de evolução regular os procedimentos utilizados na educação dos anormais.






Maria Montessori

      O movimento da educação nova, na Itália, começou com a Dra Maria Montessori e suas Casas das Crianças. Elas não visavam à instrução somente, mas eram locais de educação e de vida; realizavam, enfim, a educação completa da criança. A primeira "Casa dei Bambini", como era chamada na Itália, foi fundada em Roma, em 1907.
      O método Montessori foi um dos primeiros métodos ativos quanto à criação e aplicação, seu principal objetivo são as atividades motoras e sensoriais visando, especialmente, à educação pré-escolar, trabalho também estendido a segunda infância.
      Mesmo considerando que o método Montessori surgiu da educação de crianças anormais, ele está bem diferente, no mundo, na educação de crianças normais. É um método de trabalho individual, embora tenha também um caráter social, uma vez que as crianças, em conjunto, devem colaborar para o ambiente escolar. O seu material é voltado à estimulação sensorial e intelectual.
      A primeira Guerra Mundial diminuiu o ardor pelo sistema de jardim de infância e por todas as coisas alemãs. Paralelo a este acontecimento, surgiu a técnica admirável da Dra Maria Montessori.
      Faz-se importante citar que o movimento das Escolas Novas em oposição aos métodos tradicionais, não respeitavam as necessidades e a evolução do desenvolvimento infantil.
      Os princípios da nova pedagogia inspiravam verdadeiras reformas educacionais. Em 1946 ocorreu, em Paris, o primeiro Congresso da Educação Nova. Os trabalhos apresentados refletiam nas realizações já conquistadas, bem como destacavam os aspectos que ainda deveriam ser conseguidos.
      Neste contexto da Escola Nova, Maria Montessori, ocupa papel de destaque pelas novas técnicas introduzidas nos jardins de infância e nas primeiras séries do ensino formal. Seus jogos são atraentes e instrutivos; apesar dessa contribuição da educadora e médica italiana, ela não é a pioneira exclusiva do movimento, mas uma importante parte dele.
      Há mais de dois séculos atrás, surgiram pioneiros preocupados com a liberação da criança, tentando inverter o ciclo vicioso vigente; em vez do aluno girar em torno de uma instrução arbitrária, a escola deveria girar em torno do aluno.
      Foram os educadores médicos, que se constituíram na expressão mais fiel dessa nova educação. São eles: Itard, Séguin, Montessori e Decroly, porque eles reuniram as condições essenciais para que a reforma educacional ocorresse.
      Da educação terapêutica partiram para a educação das crianças normais; seus métodos consideraram as fases de desenvolvimento infantil e as diferenças individuais, preocupando-se com o corpo e o espírito do aluno e o seu processo de adaptação à vida.
      A obra de Montessori pelo envolvimento interior que buscou de cada indivíduo diante do processo educativo, pelos meios elaborados da sua proposta e sua relação dinâmica com o meio. Foi Ovide Decroly quem realizou as suas concepções educacionais de maneira mais perfeita e conveniente. Ele é a grande figura pedagógica de nossa época.
      Na obra desses médicos-educadores percebe-se, com clareza, a preocupação em conhecer a criança, senti-la nos vários aspectos de sua personalidade, atender às diferenças individuais de modo que o educando se liberte interiormente e livremente para que se adapte à vida social. E a educação possibilitaria ao indivíduo ter as suas necessidades satisfeitas e ao educador caberia criar condições para que o educando atingisse essas metas. O trabalho e o jogo, as atividades prazerosas, a formação artística, uma sociedade mais intensa colaboravam para desenvolver a personalidade integral.
      A ênfase de Montessori voltava-se mais para o ser biológico do que para o social, destacando que a concepção educacional é de crescimento e desenvolvimento, mais que de ajustamento ou integração social, considerando que a vida é desenvolvimento, Montessori achava que à educação cabia favorecer esse desenvolvimento. E a liberdade como condição de expansão da vida constituía-se num princípio básico. Essa concepção influenciava a organização do ambiente escolar; sem carteiras presas e sem prêmios e castigos, a criança deveria manifestar-se espontaneamente; o bem não poderia ser concebido como ficar imóvel, nem o mal como ficar ativo. A atividade e a individualidade formavam, juntamente com a liberdade, os princípios básicos do sistema Montessori.
      O espírito da criança, para a educadora italiana, se formaria mediante os estímulos externos que precisam ser determinados.
      Referindo-se aos fundamentos da didática montessoriana, a criança é livre, mas livre apenas na escolha dos objetos sobre que possa agir. Esses objetos são sempre os mesmos e típicos para cada gênero de atividade. Daí, o conjunto de jogos ou material que criou para os jardins de infância e suas lições materializadas para o ensino primário.
 (*) Termo utilizado na época. Atualmente usa-se a expressão "necessidades especiais".




Quem foi o pai da idéia: a pedagoga italiana Maria Montessori (1870-1952)

O que diz: a linha montessoriana valoriza a educação pelos sentidos e pelo movimento para estimular a concentração e as percepções sensório-motoras da criança.

Onde está o foco: no aluno. A teoria montessoriana crê que as crianças trazem dentro de si o potencial criador que permite que elas mesmas conduzam o aprendizado e encontrem um lugar no mundo. “Todo conhecimento passa por uma prática e a escola deve facilitar o acesso a ela”, diz a educadora Talita de Oliveira Almeida.

Qual o papel do professor: Maria Montessori foi pioneira no campo pedagógico ao dar mais ênfase à auto-educação do aluno do que ao papel do professor como fonte de conhecimento. “Ela acreditava que a educação é uma conquista da criança, pois percebeu que já nascemos com a capacidade de ensinar a nós mesmos, se nos forem dadas as condições”, diz Talita. Assim como no construtivismo, os professores assumem o papel de guia, conduzindo e motivando o aluno no processo de aprendizado.

Como se aprende: o método Montessori parte do concreto rumo ao abstrato. Baseia-se na observação de que meninos e meninas aprendem melhor pela experiência direta de procura e descoberta. Para tornar esse processo o mais rico possível, a educadora italiana desenvolveu os materiais didáticos que constituem um dos aspectos mais conhecidos de seu trabalho. São objetos simples, mas muito atraentes, e projetados para provocar o raciocínio. Há materiais pensados para auxiliar todo tipo de aprendizado, do sistema decimal à estrutura da linguagem.

Como se introduz um novo conceito: na Educação Infantil, enfatiza a manipulação de peças de tamanhos, formas, texturas e cores diferentes. Na alfabetização, com a ajuda de objetos como o alfabeto móvel, utiliza-se o método fonético, em que o aprendizado parte do som da letra para se construir a palavra e depois o texto. Devido principalmente, às exigências do vestibular, a pedagogia montessoriana raramente é aplicada no Ensino Médio. 



Quais os reflexos na sala de aula: crianças de idades diferentes são agrupadas numa mesma turma. Nessas classes multiidades, alunos de 5 e 6 anos estudam na mesma sala e seguem um programa único. Posteriormente eles passam para as turmas de 7 e 8, em seguida para as de 9 e 10, e, finalmente, alcançam o último estágio, que agrega jovens de 11, 12, 13 e 14 anos. Até os 10 anos, os alunos têm aulas com um único professor polivalente, enquanto nas salas de 11 a 14, esse professor ganha a companhia de docentes específicos para cada uma das disciplinas.

Para que esse método funcione bem, freqüentemente há atividades em duplas, trios ou grupos. Dependendo do conteúdo, o professor pode dividir a classe em grupos por idade. A maior parte do material didático, especialmente entre os mais novos, é de uso coletivo, como livros e lápis. A avaliação é feita para todas as tarefas, portanto, não existem provas formais. “Além de dar um conceito para cada aluno, os professores preparam boletins detalhados, especificando as posturas e os procedimentos dos estudantes”, conta Edimara de Lima, diretora pedagógica da Escola Prima Montessori de São Paulo

Que tipo de individuo pretende formar: individualidade, atividade e liberdade do aluno são as bases da teoria, com ênfase para o conceito de indivíduo como, simultaneamente, sujeito e objeto do ensino. Montessori defendia uma concepção de educação que se estende além dos limites do acúmulo de informações. O objetivo da escola é a formação integral do jovem, uma “educação para a vida”. A filosofia e os métodos elaborados pela médica italiana procuram desenvolver o potencial criativo desde a primeira infância, associando-o à vontade de aprender – conceito que ela considerava inerente a todos os seres humanos.



 Para ter mais informações clique na palavra abaixo desejada e leia: 

• Comportamentalismo 
• Construtivismo
• Socioconstrutivismo
• Waldorf





Clique na frase em negrito ao lado e descubra -    ALGUNS MATERIAIS MONTESSORI



 
ALGUNS SITES MONTESSORI
Constructor Sui - Gávea - Rio de Janeiro
Amanda Oliveira Rabelo - Rio de Janeiro
Indústria e Com. de Artefatos de Madeira Chueiri Ltda. - São Paulo
Escola Montessoriana - Chapecó - Santa Catarina
Reino Encantado - Brasília
Aldeia Montessori - Rio de Janeiro
Escola Bosque - São Paulo
Tip Toe School - São Paulo
Grandes Mestres da Educação - Profa. Vera Zacharias, São Paulo 









Fonte:http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/per02.htm 
http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/materias_295179.shtml?page=page3#

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Fantasias Recicláveis para crianças e adolescentes


O Carnaval está se aproximando, serão dias de muita brincadeira e diversão. 
Que tal para o este carnaval que se aproxima criar  fantasias fáceis de fazer e recicláveis??! 
As meninas quase sempre adoram fantasias de fada, borboletas e princesas.
Os meninos adoram fantasias de animais, super heróis, mágico e palhaço. E você ? 
Gosta de que tipo de fantasia?
Achei em um blog (http://www.blogdacrianca.com) dicas de um site que para além de 
sugestões de fantasias recicláveis vocês vão encontrar actividades super divertidas!!!!
É só clicar nos links abaixo para acessar o site e aprender a criar lindas fantasias
 de carnaval.
 Algumas fantasias poderão ser confeccionadas em sala de aula.

DIVIRTAM-SE !!


Posts relacionados no Blog da Criança::
  1. Sugestões de Fantasias de Carnaval para Meninos e Meninas
  2. Fantasia de Carnaval para Crianças
  3. Carnaval | Brincar e Aprender
  4. Brincadeiras de Carnaval para Crianças
  5. Actividades de Carnaval para Crianças


Fonte:

http://www.blogdacrianca.com/fantasias-reciclaveis-hoje-e-carnaval/

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A História do Carnaval

  
CARNAVAL

O que é 
O carnaval é considerado uma das festas populares mais animadas
 e representativas do mundo. Tem sua origem no entrudo português, 
onde, no passado, as pessoas jogavam uma nas outras, água, ovos
 e farinha. O entrudo acontecia num período anterior a quaresma 
e, portanto, tinha um significado ligado à liberdade. Este sentido 
permanece até os dias de hoje no Carnaval.

História do Carnaval 
O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi 
influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa.
 Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de
 desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. 
Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também 
foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem 
européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os
 primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos "corsos".
 Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX.
 As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, 
desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos,
 típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais
 uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas
 carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro e chamava-se Deixa Falar.
 Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde
 a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir 
dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir
 novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas
 em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos 
para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.


                            Carnaval de Recife - Bonecos Gigantes 
                              Bonecos gigantes em Recife

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na
 região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, 
as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu. 
Os desfiles de bonecos gigantes, em Recife, são uma das principais
 atrações desta cidade durante o carnaval.

Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por
músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade 
destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê,
 além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais no Rio de Janeiro :
1998 - Mangueira e Beija-Flor
1999 - Imperatriz Leopoldinese
2000 - Imperatriz Leopoldinese
2001 - Imperatriz Leopoldinese
2002 - Mangueira
2003 - Beija-Flor
2004 - Beija Flor
2005 - Beija-Flor
2006 - Unidos de Vila Isabel
2007 - Beija-Flor
2008 - Beija-Flor
2009 - Acadêmicos do Salgueiro
2010 - Unidos da Tijuca
2011 - Beija-Flor
Escolas de Samba Vencedoras nos Últimos Carnavais em São Paulo:1998 - Vai-Vai
1999 - Vai-Vai, Gaviões da Fiel
2000 - Vai-Vai, X-9 Paulistana
2001 - Vai-Vai, Nenê de Vila Matilde
2002 - Gaviões da Fiel
2003 - Gaviões da Fiel
2004 - Mocidade Alegre
2005 - Império de Casa Verde
2006 - Império de Casa Verde
2007 - Mocidade Alegre
2008 - Vai-Vai
2009 - Mocidade Alegre
2010 - Rosas de Ouro
2011 - Vai-Vai


                Vídeos sobre a História do Carnaval





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Máscaras para Carnaval



























Referências:
http://traveling-piont.blogspot.com/2011/02/mascaras-carnaval-cute-fotos.html
http://idealistadelsaber.blogspot.com/2010/11/mascaras-de-carnaval.html

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Atividades e Projetos de Carnaval








































Referências: Blog Cantinho do Saber, imagens do google.

 
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