Olá.
Aqui é o Rafael novamente.
Abrindo aqui uma seção de recomendação de livros, o livro recomendado de hoje é O MÁGICO DE OZ, de Lyman Frank Baum, clássico da literatura infantil lançado nos EUA, em 1900.
Sugestão de leitura: O MÁGICO DE OZ
Postado por Estúdio Rafelipe às 18:45 0 comentários
Processo Auditivo Central
- Avaliação audiológica convencional, que avalia a capacidade auditiva e detecção e transmissão do som (audiometria tonal, vocal, inteligibilidade e imitanciometria).
- Avaliação do processo auditivo central, que analisa eventos acústicos quanto à localização sonora, figura-fundo, memória sequencial, processamento temporal e fechamento, que são processos realizados mais a fundo, que vai do caminho do som até o córtex auditivo.
Postado por Pedagoga Viviane às 06:28 10 comentários
Como Melhorar a Concentração da Atenção

Incômodo de crianças, adolescentes e adultos, a dificuldade de concentração da atenção tem sido responsável por muitos fracassos: no estudo escolar, no trabalho profissional e, mesmo, no dia-a-dia da convivência com as pessoas.
Com ênfase na solução, o livro além de ser uma oportunidade de esclarecimento sobre as causas e as conseqüências da dispersão, apresenta na sua segunda parte, exercícios para melhorar a concentração, cuja eficácia têm sido constatada pelo autor na prática clínica. A aprendizagem escolar depende de variados fatores para ocorrer com sucesso. Cada estudante tem sua história própria de dificuldades, quando busca os benefícios - e, às vezes, os sacrifícios - de aprender o que se ensina na escola. |
É da experiência pessoal de cada um de nós que, nem tudo o que se ensina na escola é do interesse do aluno, mesmo que o grupo social considere de importância vital tudo o que a escola tem a comunicar.
O estudo escolar, nem sempre é desempenhado com prazer e eficiência. Muitos são os fatores que dificultam um aproveitamento proporcional ao esforço dispendido. Desde as características pessoais de cada aluno, como temperamento, ritmo de desempenho motor e formas peculiares de raciocínio.
Dentre esses fatores, um tem sobressaído ao longo da vida escolar de crianças e adolescentes: a dificuldade de concentrar a atenção naquilo que estudam. Dito de outra forma: muitos estudantes não alcançam seu objetivo de aprender, nem o conquistam sem maiores esforços por conta de uma atenção acentuadamente dispersa. Não são capazes de fixar a atenção pelo tempo necessário à compreensão e fixação do que estudam. Disso, decorre o desânimo e até conseqüências mais graves, como a redução da auto-estima. Muitos estudantes, que vivem a angústia da dispersão da atenção, terminam por formar uma idéia de si próprios incompatível com suas capacidades intelectuais, isto é, começam a se "reconhecer" intelectualmente limitados, o que, muitas vezes, os levam à desistência do caminho da escolaridade.
A dificuldade de concentrar a atenção em atividades de estudo tem mudado a trajetória da vida de muitas pessoas que, não conseguindo superar a dispersão por si mesmas, e sem o auxílio adequado por parte da família e da escola, deixam de trilhar os caminhos mais confortáveis a que têm direito pessoal na sua formação escolar.
É importante entendermos o contexto em que se desenvolve o quadro da dispersão da atenção. Para isso, é necessário analisar algumas questões que, muitas vezes, passam despercebidas, mesmo àqueles que lidam há mais tempo com os processos de ensino-aprendizagem.
De forma resumida e simples, o livro aborda questões fundamentais para compreender crianças e adolescentes que enfrentam dificuldades para concentrar a atenção no estudo.
O livro desenvolve o tema através de sete capítulos:
- Que é dispersão da atenção?
- A dispersão e seu prognóstico
- A desatenção
- A socialização do desatento
- O professor e o aluno disperso
- A família e o filho desatento
- Do problema à solução
A simplicidade e a facilidade de execução de alguns deles não significam falta de eficiência, mas uma preparação necessária dentro de uma conquista gradativa e confortável para melhorar a concentração da atenção.
![]() | Clique aqui para ver alguns exercícios |
Postado por Pedagoga Viviane às 06:26 1 comentários
Alunos com dificuldade de concentração

Alunos com dificuldade de concentração precisam de espaço organizado, rotina, atividades lógicas e regras. Como a sala de aula tem muitos elementos - colegas, professor, quadro-negro, livros e materiais -, focar o raciocínio fica ainda mais difícil. Por isso, é ideal que as aulas tenham um início prático e instrumentalizado. "Não adianta insistir em falar a mesma coisa várias vezes. Não se trata de reforço. Ele precisa desenvolver a habilidade de prestar atenção com estratégias diferenciadas para, depois, entender o conteúdo", diz Maria Tereza Eglér Mantoan, doutora e docente em Psicologia Educacional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.
A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/educacao-especial
Postado por Pedagoga Viviane às 06:17 2 comentários
Formas criativas para estimular a mente de alunos com deficiência
O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los

Mas por onde começar quando a deficiência é intelectual? Melhor do que se prender a relatórios médicos, os educadores das salas de recurso e das regulares precisam entender que tais diagnósticos são uma pista para descobrir o que interessa: quais obstáculos o aluno enfrentará para aprender - e eles, para ensinar.
A importância do foco nas explicações em sala de aula

O ponto de partida deve ser algo que mantenha o aluno atento, como jogos de tabuleiro, quebra-cabeça, jogo da memória e imitações de sons ou movimentos do professor ou dos colegas - em Geografia, por exemplo, ele pode exercitar a mente traçando no ar com o dedo o contorno de uma planície, planalto, morro e montanha. Também é importante adequar a proposta à idade e, principalmente, aos assuntos trabalhados em classe. Nesse caso, o estudo das formas geométricas poderia vir acompanhado de uma atividade para encontrar figuras semelhantes que representem o quadrado, o retângulo e o círculo.
A meta é que, sempre que possível e mesmo com um trabalho diferente, o aluno esteja participando do grupo. A tarefa deve começar tão fácil quanto seja necessário para que ele perceba que consegue executá-la, mas sempre com algum desafio. Depois, pode-se aumentar as regras, o número de participantes e a complexidade. "A própria sequência de exercícios parecidos e agradáveis já vai ajudá-lo a aumentar de forma considerável a capacidade de se concentrar", comenta Maria Tereza, da Unicamp.
Escrita significativa e muito bem ilustrada

A professora Andréia Cristina Motta Nascimento é titular da sala de recursos da EM Padre Anchieta, em Curitiba, onde atende estudantes com deficiência intelectual. Este ano, desenvolve com eles um projeto baseado na autoidentificação - forma encontrada para tornar o aprendizado mais significativo. A primeira medida foi pedir que trouxessem fotos, certidão de nascimento, registro de identidade e tudo que poderia dizer quem eram. "O material vai compor um livro sobre a vida de cada um e, enquanto se empolgam com esse objetivo, eu alcanço o meu, que é ensiná-los a escrever", argumenta a educadora.
Quem não se comunica... pode precisar de interação
Outra característica da deficiência intelectual que pode comprometer o aprendizado é a dificuldade de comunicação. A inclusão de músicas, brincadeiras orais, leituras com entonação apropriada, poemas e parlendas ajuda a desenvolver a oralidade. "Parcerias com fonoaudiólogos devem ser sempre buscadas, mas a sala de aula contribui bastante porque, além de verbalizar, eles se motivam ao ver os colegas tentando o mesmo", explica Anna, da Unesp.
Essa limitação, muitas vezes, camufla a verdadeira causa do problema: a falta de interação. Nos alunos com autismo, por exemplo, a comunicação é rara por falta de interação. É o convívio com os colegas que trará o desenvolvimento do estudante. Para integrá-lo, as dicas são dar o espaço de que ele precisa mantendo sempre um canal aberto para que busque o educador e os colegas.
Para a professora Sumaia Ferreira, da EM José de Calazans, em Belo Horizonte, esse canal com Vinicius Sander, aluno com autismo do 2º ano do Ensino Fundamental, foi feito pela música. O garoto falava poucas palavras e não se aproximava dos demais. Sumaia percebeu que o menino insistia em brincar com as capas de DVDs da sala e com um toca-CD, colocando músicas aleatoriamente. Aos poucos, viu que poderia unir o útil ao agradável, já que essas atividades aproximavam o menino voluntariamente. Como ele passou a se mostrar satisfeito quando os colegas aceitavam bem a música que escolheu, ela flexibilizou o uso do aparelho e passou a incluir músicas relacionadas ao conteúdo. "Vi que ele tem uma memória muito boa e o vocabulário dele cresceu bastante. Por meio dos sons, enturmamos o Vinicius."
Postado por Pedagoga Viviane às 06:07 0 comentários
Transtorno do Déficit de Atenção

Comumente, as crianças são taxadas de avoadas, dispersas, desinteressadas, “fora de órbita”, atrapalhadas e inquietas ao extremo, não param. São crianças que dificilmente aceitam regras, limites e o famoso “não”. Mudam constantemente de atividade, não conseguindo concentrar-se por muito tempo. Na idade adulta, este transtorno é associado a problemas como uso de drogas lícitas, ilícitas, além de depressão.
alteração no funcionamento dos neurotransmissores e suas conexões.
· Substâncias ingeridas na gravidez – Apesar de não definir uma relação direta de causa e efeito, estudos mostram que a ingestão de drogas e álcool durante a gestação pode causar alterações na região frontal orbital, o que aumenta a chance do bebê desenvolver o transtorno.· Saúde materna – Aspectos como hipertensão ou diabetes por exemplo· Idade materna
Todas elas foram cientificamente testadas e nada se provou concretamente· Corante amarelo· Aspartame· Luz artificial· Deficiência hormonal (tireóide)· Deficiências vitamínicas
Medicamento
Há muita polêmica em torno da medicação do TDA/H. Têm-se falado que está ocorrendo um uso abusivo e indiscriminado dos medicamentos que podem auxiliar no tratamento do portador do TDA/H, que ao mesmo tempo em que auxiliam em problemas como o da concentração por exemplo, também têm muitos efeitos colaterais. Um aspecto importante é o de que nem todo o caso pode ser beneficiado com o medicamento. Aquele grupo em que o TDA/H aparece sozinho, sem comorbidades, pesquisas mostram que a medicação tem efeito muito bom, porém por um curto período de tempo. Por outro lado, quando há comorbidades é preciso tratar conjuntamente as outras patologias, sejam com medicamento e/ou terapia. Há pesquisas que mostram que a criança, muitas vezes, tem uma perda na estatura final. Por isso, muitos especialistas não recomendam o uso dos medicamentos em idade de crescimento.Tipos de medicamentos mais utilizados
- Metilfenidato – Ritalina, Ritalina LA e Concerta (1ª escolha)
- Antidepressivos tricíclicos – Tofranil
Terapia
A terapia é muito eficiente em grande parte dos casos, principalmente aqueles onde encontramos comorbidades com distúrbios ansiosos e TDO (transtorno desafiador opositor).
Biofeedback (ou neurofeedback)Uma novidade no tratamento está no biofeedback. A criança ou adulto é conectada a sensores e trabalhada em diversas atividades, como videogames, dependendo da dificuldade e da idade da criança. No caso de déficit de atenção por exemplo, quando a criança distrai-se, a atividade não é concluída e portanto não ganha os pontos. Ou seja, cada vez que o cérebro responde, corretamente ao estímulo esperado, recebe um reforço positivo. Esse tratamento é caro e longo. Para começar a dar resultados são utilizadas, pelo menos, de 20 sessões. O interessante neste caso é que o paciente vai assimilando e extrapolando suas reações para as atividades da vida diária. É um processo de aprendizagem, que depois de treinado, assimilado e bastante utilizado passa a facilitar a vida do paciente.
Escola família e professores
Fonte: http://guiadobebe.uol.com.br/transtorno-do-deficit-de-atencao/
Postado por Pedagoga Viviane às 06:02 0 comentários
Dia do Pedagogo - 20 de maio

Conheça tudo sobre a profissão de Pedagogia
Saiba mais sobre o mercado de trabalho, salários, como é o curso e em quais áreas o profissional pode atuar
As oportunidades
Boa parte das vagas está nas escolas, públicas ou particulares. Secretarias estaduais e municipais do país abrem com frequência concurso para contratar professores e coordenadores pedagógicos. O aumento do número de creches e jardins para a educação infantil também faz crescer o número de oportunidades. Até em hospitais você pode atuar: muitos têm salas de aula para que crianças internadas possam continuar estudando.
Muitos lugares para trabalhar
Docência no Ensino Fundamental e Educação Infantil: você dá aulas para anos de 1 aos 9 (a antiga 8ª série). Na educação infantil, ajuda a cuidar dos pequenos e introduz atividades pedagógicas para desenvolver o aprendizado deles.
Educação para Jovens e Adultos: coordena ou leciona para jovens e adultos que já passaram da idade escolar regular.
Educação Especial: você elabora material didático ou ministra aulas para crianças e adultos portadores de necessidades especiais.
Gestão Escolar: pode ser diretora de escola (coordena as atividades do colégio, por exemplo) ou coordenadora pedagógica (que verifica a grade curricular de cursos e ajuda no planejamento de aulas).
Editoras: você pode trabalhar na elaboração de material didático para o ensino fundamental e livros infantis.
Pedagogia Empresarial: o profissional pode atuar em diversas organizações não governamentais e também em empresas, ministrando aulas, elaborando atividades e projetos educacionais.
Recursos Humanos: atua na organização de projetos e provas de recrutamento e seleção de candidatos, na realização de testes psicológicos e dinâmicas de grupo.
Eram os filósofos que estudavam os problemas educativos.Porém, entre a realidade prática e a filosofia havia uma grande distância. Aos poucos, foram surgindo pessoas que começaram a se
relacionar diretamente com as questões práticas educativas,- os PEDAGOGOS.
Na Grécia e em Roma, chamava-se PEDAGOGO ao servo ou escravo que era guardião, conduzia e acompanhava as crianças. O próprio termo significa, aquele que conduz a criança.
Com o tempo, o PEDAGOGO, que começou como simples condutor ou guardião da criança, acabou por se transformar, em Roma, num Preceptor (mestre encarregado da educação
no lar). Quando Roma (que era guerreira), conquistou a Grécia, entre os prisioneiros reduzidos à escravidão, vieram muitos atenienses cultos e ilustrados, com habilidades e conhecimentos
que causavam muita admiração aos romanos.
Juvenal, em Roma, escreveu a respeito dos gregos atenienses:
Eles têm gênio galhofeiro, audácia pronta, linguagem fluente. Imaginais que seja um único indivíduo? Pois oculta, dentro de si, uma infinidade. É ao mesmo tempo gramático, geómetra, pintor, advinho, médico, mágico, sabe tudo quanto quer saber, compreende tudo quanto quer compreender”.
Diante desta multiplicidade de conhecimentos, os romanos entregaram a educação dos seus filhos a gregos, seus escravos, muitos dos quais eram sábios, filósofos, sofistas, oradores,
matemáticos, pintores, etc ... - Os PEDAGOGOS-ESCRAVOS.
Com o desaparecimento da escravatura, sob influência do Cristianismo, o Pedagogo-Escravo deixou de existir. Passaram, então, a receber o nome de PEDAGOGOS, os estudantes pobres, que aprendiam com os filósofos e se instalavam, nos castelos senhoriais e nos solares (morada de famílias nobres), servindo de preceptores (professores encarregados da educação das crianças no lar) dos filhos dos fidalgos e dos grandes senhores. Enquanto estudavam, ensinavam.Recebiam em paga, pequenas importâncias. Na maioria dos casos, ensinavam a troco de hospedagem, alimentação, luz e roupa lavada.
Com o tempo, e como a instrução era de difícil acesso, estes PEDAGOGOS-ESTUDANTES começaram - com autorização dos respectivos senhores - a reunir aos filhos do palácio onde trabalhavam, outras crianças de famílias conhecidas da redondeza. Assim surgiram as primeiras escolas particulares.
Nessa época, a palavra PEDAGOGO, começou a ser usada como sinônimo de Mestre-escola.
Como estes Pedagogos passaram a se apresentar com ardoutoral de superioridade, o público passou a atribuir à palavra PEDAGOGO, durante muito tempo, o significado de pedante
(quem ostenta conhecimentos que na verdade não tem). Foi da palavra PEDAGOGO que derivou, o termo PEDAGOGIA, vocábulo que aparece para designar uma ciência e
uma arte que tinha raízes antiqüíssimas, quase tão velhas como a própria humanidade - a da educação das pessoas.
No século XVIII surge, pela primeira vez, no Dicionário daLíngua Francesa, o vocábulo PEDAGOGIA, como Ciência da Educação, que já se usava na linguagem corrente.
Com a formação definitiva da Ciência da Educação, o vocábulo PEDAGOGIA se enobreceu e enobreceu a palavra e a profissão de PEDAGOGO.
. Hoje o PEDAGOGO é o especialista em PEDAGOGIA,a Ciência e a Arte da Educação.
. Hoje o PEDAGOGO é o especialista em conduzir o comportamento das pessoas - e não apenas as crianças -para uma mudança de comportamento - aprendizagem - em
direção aos objetivos da Educação, o processo de formação
da personalidade humana equilibrada.
”. MH Assessoria Empresarial Ltda., Sorocaba SP.
Postado por Pedagoga Viviane às 13:15 6 comentários
Para o Dia das Mães
Olá.
Aqui é o Rafael novamente.
Para comemorar o Dia das Mães aqui no blog Educar é Viver, hoje coloco dois desenhos referentes para vocês. Ambos com meus personagens: Letícia e Teixeirão. Sendo que a ilustração com o Teixeirão é mais recente.
Postado por Estúdio Rafelipe às 15:58 1 comentários
Estão contratando profissionais para a Escola YESHUA
da Escola YESHUA me enviou um e-mail pedindo para divulgar que...
No momento estamos selecionando novas profissionais para trabalhar na área educacional e pedagógica da nossa escola, nossa Escola fica localizada na Zona Norte de São Paulo,
em Vila Nova Cachoeirinha.os interessados devem enviar o curriculo com foto:
email: eeiyeshua@hotmail.com
assunto: área de interesse (professora, coordenadora, limpeza..)
Atenciosamente,
Keila Leticia
email/ msn: eeiyeshua@hotmail.com
Clique no link abaixo e conhecerá o blog:

Postado por Pedagoga Viviane às 16:58 2 comentários
Datas comemorativas de junho

FESTA JUNINA

Fogueira: Um dos ícones da Festa Junina
A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada.
O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa.
As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas europeias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício, que é um costume no baile da quadrilha nordestina.
Dia do meio ambiente e ecologia (5 de junho)
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Cuidar é a melhor forma de preservar
Graduada em Pedagogia
Dia de São Pedro (29 de junho)

São Pedro – o primeiro Papa da igreja católica
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

























Identificar a utilidade dos produtos minerais na fabricação de alumínio;
Observar que empresas públicas e/ou privadas desempenham grande papel na manutenção da reciclagem.
Desenvolvimento:
Produção de cartazes relacionados ao lixo seco e úmido (em grupos);
Elaboração de perguntas, pelos grupos, para serem respondidas pelos demais;
Troca das perguntas pelos grupos, para serem respondidas;
Retorno das perguntas, com respostas, para o grupo de origem;
Debate e pesquisa sobre o assunto nos jornais.
PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTEObjetivos:Desenvolver no aluno uma postura crítica diante da realidade, de informações e valores veiculados pela mídia e daqueles trazidos de casa;
Examinar as questões ambientais locais (na comunidade).
Desenvolvimento:Leitura de matéria enfocando a importância do meio ambiente para o planeta;
Conversa sobre a situação dos rios e das matas;
Criação de frases com elogios, dicas e conselhos sobre o meio ambiente.
Objetivos:
Identificar a água como recurso natural e necessária à vida;
Utilizar a água corretamente;
Desenvolver a consciência de que a água pode faltar um dia.
Desenvolvimento:
Breve comentário sobre a importância da água;
Seleção de reportagens sobre o desperdício da água em jornais;
Reflexão sobre as diversas maneiras pelas quais podemos economizar água em nossas casas;
Redação: Economizar água é preciso;
Confecção de um painel.


Objetivos:Reconhecer a importância da água na vida dos seres;
Sensibilizar as crianças sobre o problema do lixo jogado nos rios;
Trabalhar o respeito com o meio ambiente;
Conhecer a realidade dos rios do município.
Desenvolvimento:
Seleção de jornais com notícias relacionadas ao meio ambiente;
Distribuição de jornais para seleção de reportagens e gravuras sobre meio ambiente, preservação e poluição;
Passeio na comunidade, reconhecendo a realidade do meio ambiente, principalmente se no seu município tiver rio;
Mutirão de coleta de lixo no rio envolvendo a comunidade local;
Confecção de cartazes, produção de textos, poemas;
Encerramento com apresentações culturais.


DESPERTANDO A CONSCIÊNCIA
Que medidas os cidadãos podem adotar para combater a poluição?
O que você faz para evitar a poluição?
O que pode ser feito para melhorar a qualidade de vida no lugar onde você vive?
Quais os agentes causadores de poluição que você conhece?
O que você pensa sobre as pessoas que causam o desmatamento para uso comercial?
Como deveria ser o desmatamento para uso comercial sem prejudicar o meio ambiente?
SUGESTÕES DE ATIVIDADESIncentivar as crianças na plantação de uma área verde na escola, árvores frutíferas se houver espaço ou horinhas se o espaço for menor;
Criação de lixos seletivos com a utilização do próprio lixo já usado, que seriam as latas, baldes etc;
Construções com materiais recicláveis;
Panfletagem com folhetos incentivando a limpeza as ruas, economia de águra, etc... ver o que é necessidade do bairro;
Criação de placas de orientação para a escola, que incentivem as demais turmas apreservar, economizar, reciclar.
Postado por Pedagoga Viviane às 14:45 0 comentários






















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